Para todos os garotos que já amei: Resenha

Olá, Leitores!

Hoje eu venho fazer a Resenha do livro “Para todos os garotos que já amei”, da autora Jenny Han, editora Intrínseca.

para-todos-os-garotos-q-ja-amei“Começos são sempre melhores que términos” (pág. 37)

 

Primeiro de tudo, gostaria de dizer que o que me fez ficar interessada no livro foi ter visto a o marcador da sequência “P.S. Ainda amo você”. Fui pesquisar a história e achei esse livro. Sem dúvida, a capa me chamou atenção de cara: Uma fotografia da personagem (confesso que prefiro quando elas já tem um rosto do que ficar imaginando e depois inventam de lançar o filme e não tem nada a ver) com o título com uma letra específica me remeteu à adolescência. Depois da capa, a sinopse:

“Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar”

No começo do livro, logo nas primeiras páginas, admito que achei que o livro ia ser parado que ia acabar terminando só porque tinha começado, que ia ser bem infantil… Engano meu! Gente, eu juro pra vocês que meu desejo agora era ter um canal no Youtube só pra ficar falando sobre esse livro de tão encantada que fiquei!!!  To aqui escolhendo as melhores palavras pra expressar!

A Lara Jean, tem 16 anos e vive com suas irmãs Margot, de 18 e Kitty de 9, ela é descendente de coreanos por parte da mãe que faleceu há alguns anos, então o pai as cria sozinho, porém a Margot, por ser mais velha, acaba tomando a responsabilidade de mãe da irmãs. Mas agora ela vai para a faculdade na Escócia e Lara entende que passa a ser responsável pelas atividades de Margot. Esse é o primeiro assunto tratado pela autora: o amadurecimento prematuro das irmãs, até mesmo da Kitty, que se mostra uma pessoa com personalidade de uma menina acima de sua idade.

Após a partida de Margot, ela também se dá conta que ainda ama Josh, último namorado da irmã, amigo da família e também o amor de Kitty. Ele é o destinatário de uma das cartas.

Agora, vamos as cartas! Lara, quando deixa de amar um menino, faz uma carta para dar ponto final à história, mas não as envia. É mais um desabafo, um jeito de enterrar o que ela sentia. Um dia, o garoto mais popular do colégio e também o garoto que roubou seu primeiro beijo, Peter, a aborda, falando frases da carta que ela escreveu e então ela se dá conta que alguém enviou. Chega em casa e descobre que todas foram enviadas. A situação em si já é constrangedora (se eu tivesse a idade da Lara, mudava de escola) e tudo só piora quando ela se da conta de que Josh receber a carta pode trazer problemas, para ela e sua relação com a irmã. Para sair dessa, Lara vai se meter numa confusão maior ainda, envolvendo outro destinatário das cartas.

O centro da história é  como a Lara aprende a resolver as coisas sozinha, descobre que não precisa de alguém para ajudar em tudo. Mostra a união da família, as escolhas que a personagem tem que fazer para mantê-la unida. E em meio à tudo isso, ela aprende o que realmente é o amor.

“O amor é assustador; ele se transforma; ele murcha. Faz parte do risco” (pág. 186)

O livro é sem dúvida uma comédia romântica, com muito drama adolescente. Ri muito com a Lara! É bem clichê: Tem o casal popular, a menina quieta (LARA), o amor impossível, a irmã perfeita…  Clichê que está virando raridade, pois a moda atual são os livros com fantasia, mundos paralelos, realidades futuristas (coisas que também adoro). E é por isso que é bom! É o tipo de história que você não quer que acabe. Os personagens são a cereja do bolo! Juro que voltei uns anos, na minha época de ensino médio e senti todas as coisas que a Lara sentiu. A linguagem é bem atual, jovem. Parece realmente que a Lara de 16 anos que fez um diário e publicou!

Não vou dar spoiler, até porque o livro tem continuação, a história não termina por aqui, mas meu personagem favorito é o Peter: bem irônico, mas não é forçado, nem faz tipo. Vontade de levá-lo pra casa.

Não é o livro que é o destaque de todos os tempos, um clássico… Mas é algo para saborear, para ter um bom  momento de leitura e viagem.

Jenny Han, é nítido que o público alvo do seu livro são os adolescentes, mas você me conquistou!

Amei!!!!

“Não preciso ter medo de despedidas, porque elas não precisam ser para sempre” (pág. 187)

 

 

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2 comentários sobre “Para todos os garotos que já amei: Resenha

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