Na Ilha

Oi, Pessoal!

Hoje o livro resenhado é uma publicação da editora Inrínseca: Na Ilha, escrito por Tracey Garvis Graves.

Já tinha ouvido falar desse livro num grupo de Facebook e fiquei interessada… Esqueci dele de novo e eis que um dia o encontro a R$ 9.90 na livraria Nobel. Vejam a sinopse:

“Uma ilha deserta e ensolarada, com vegetação luxuriante e banhada por um mar cristalino pode ser o cenário de um sonho. Ou de um pesadelo…
Anna Emerson é uma professora de inglês de 30 anos desesperada por aventura. Cansada do inverno rigoroso de Chicago e de seu relacionamento que não evolui, ela agarra a oportunidade de passar o verão em uma ilha tropical dando aulas particulares para um adolescente.
T.J. Callahan não quer ir a lugar algum. Aos 16 anos e com um câncer em remissão, tudo o que ele quer é uma vida normal de novo. Mas seus pais insistem em que ele passe o verão nas Maldivas colocando em dia as aulas que perdeu na escola.
Anna e T.J. embarcam rumo à casa de veraneio dos Callahan e, enquanto sobrevoam as 1.200 ilhas das Maldivas, o impensável acontece. O avião cai nas águas infestadas de tubarão do arquipélago. Eles conseguem chegar a uma praia, mas logo descobrem que estão presos a uma ilha desabitada.
De início, tudo o que importa é sobreviver. Mas, à medida que os dias se tornam semanas, e então meses, Anna começa a se perguntar se seu maior desafio não será ter de conviver com um garoto que aos poucos torna-se homem.”

Anna é a típica mulher na crise dos trinta. Com um relacionamento de oito anos, ela está cada vez mais infeliz com o relógio biológico seguindo a toda enquanto não vê esperanças de casar e ter filhos. Por isso vê na viagem, uma oportunidade de ficar um tempo distante de seu namorado e decidir se leva o relacionamento adiante. Mas ela não imaginava que esse tempo duraria tanto…

O acidente é bem no início do livro e os detalhes das vidas dos personagens vão sendo revelados durante o tempo que estão na praia.

Nos primeiros dias, ambos tentam descobrir como suprir as necessidades básicas longe da civilização. Aliás, apesar das dificuldades (pouca comida, animais perigosos, doenças etc) achei que algumas coisas foram solucionadas de maneira muito fácil (mágica até), porém acho que o foco do livro foi o relacionamento dos protagonistas. O que uma pessoa que era apenas um conhecido, pode passar a significar na sua vida, quando vocês só têm um ao outro? E é isso que vemos se desenvolver ao longo do livro. Os capítulos são narrados alternadamente com a visão de cada um e percebemos como essa ligação se forma ao longo do tempo. E a dúvida no coração de Anna continua: o que aconteceria se um relacionamento surgisse entre os dois? E se um dia conseguissem sair da ilha? Apesar do claro amadurecimento de T.J., ele conseguiria dar tudo que Anna deseja?

Sobre a leitura, me envolveu bastante.O livro não enrola muito e a autora usou a tática de sempre terminar um capítulo no meio de algo ou quando algo interessante acontece. Eu terminava um capítulo prometendo ser o último e então ia dar uma espiada e via que o próximo tinha três ou quatro páginas e resolvia ler só mais um (sqn!), rs. Outra tática da autora.

E  por falar na autora, ela escreveu Na Ilha em 18 meses e no início teve que optar pela autopublicação antes de ter seu livro distribuído pelo mundo. Uma inspiração pra quem tem o sonho de publicar um livro!

Indico a leitura de “Na Ilha”. Se eu pudesse descrever o livro fazendo comparações, diria que é uma mistura do filme “A Lagoa Azul” e o livro “A lista de Brett”.

Até mais!

A Garota do Calendário – Março

É sempre um prazer tê-los de volta no meu blog! Prontos para mais uma resenha?

Hoje estou de volta com essa série que já virou febre no Brasil: A Garota do Calendário, de Audrey Carlan, que a Verus nos trouxe este ano.

Se você ainda não conhece e quer mais detalhes sobre do que se trata a série, leia a resenha do volume de Janeiro aqui. Também já falei sobre o segundo volume: Fevereiro.

Março é o mês em que Mia vai para Chicago. Aliás, uma das coisas que não torna a série chata é que a cada mês, Mia está em um lugar diferente dos EUA, conhecendo coisas e costumes novos. Porém antes de tudo, Mia passa no escritório de Blaine para pagar parte da sua dívida. Blaine é um tanto sarcástico e parece não se importar com o que o pai de Mia está passando… E ainda ameaça Mia, falando que pode ser um de seus próximos clientes… Será? Pra Mia seria péssimo, mas convenhamos que daria um volume bem interessante!

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O cliente da vez é Anthony Fasano, dono de uma rede de restaurantes e lutador de box. Logo ao chegar na casa de Tony, Mia fica de queixo caído com a beleza do rapaz.

“Ele era enorme. Muito musculoso. Com base no que eu podia ver das coxas que apareciam debaixo da toalha, elas eram da grossura de troncos de árvore. Peitoral quadrado e músculos retangulares cortavam o tórax e o abdome. E os braços…Eu nem conseguia pensar direito em quanto queria tocar aqueles braços.”

Porém a alegria dura pouco… Logo que bate os olhos em Tony, outra figura aparece: Hector seu parceiro. Sim, o cliente é gay e fica óbvio o motivo de Mia ter sido contratada. Mas se vocês acham que não tem sexo neste livro, enganam-se. Mais uma vez Mia vai lidar com seus sentimentos e um flashback deixa o livro com um toque de excitação.

Bem, amo a série, já tenho os 8 primeiros livros comprados e confesso que esse exemplar de Março foi o que menos me empolgou. Não consegui me apegar a Tony e Hector e a história deles ficou um pouco fria. Mesmo assim o livro não foi ruim. Apenas esperava mais depois do frisson causado pelos dois primeiros.

Quem mais está lendo? O que acharam?

 

A História de Nós Dois

E aí, pessoal? Curtindo muito as Olimpíadas? Nós também, mas não deixamos os livros de lado e hoje temos mais uma resenha pra vocês!

O livro de hoje é “A História de Nós Dois” publicado pela Editora Arqueiro e escrito por Dani Atkins. Sim, nós já fizemos resenha de outro livro da Dani: Uma Curva no tempo. Se você não leu, clique aqui. Achei o livro ótimo, um dos melhores que li esse ano e quando vi que a autora tinha outro livro, não perdi tempo ( mas perdi dinheiro, rs, bem gasto por sinal!) e comprei! Vejam a sinopse:

“Emma tem 27 anos, é linda e inteligente e vive cercada de pessoas que ama. Prestes a se casar com Richard, seu namorado desde a época de escola, ela não poderia estar mais empolgada.
Mas o que deveria ser o momento mais feliz de sua vida de repente vira uma tragédia. Emma sofre um acidente e é salva por um estranho minutos antes que o carro em que ela viajava explodisse.
Abalada, ela decide adiar o casamento. E nesse meio-tempo descobre segredos que a fazem questionar as pessoas nas quais sempre confiara – a ponto de duvidar se deve se casar afinal.
Para complicar, ela se sente cada vez mais ligada a Jack, o homem que a salvou e que não sai da sua cabeça. Jack é lindo, gentil e divertido, de um jeito diferente de todos que ela já conheceu. Por outro lado, é Richard quem ela sempre amou… !
Uma mulher, dois homens, tantos destinos possíveis. Como essa história vai terminar?”
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O livro começa com um capítulo que se chama “O fim – parte um”. Nele Emma está narrando o momento atual, em que está se arrumando para ir para a igreja. Veja um trecho:

“Enquanto me maquiava com todo cuidado, meus olhos foram atraídos para o vestido elegante e sofisticado que pendia na porta do guarda-roupa ainda protegido pela capa de plástico. Assim que o vira, tivera certeza de que aquele vestido era a escolha perfeita, e eu queria estar linda para ele no grande dia. Não que ele se importasse com a minha aparência…bem, ao menos não vestida.”

Logo neste primeiro capítulo, Emma fala de alguém especial e vemos que o ela tem seu escolhido diante do triângulo amoroso que a sinopse menciona. O livro é narrado assim, com capítulos alternados do presente e do passado (que começa por “O começo – capítulo 1), este último contando começando pela despedida de solteira de Emma, a quinze dias de se casar com Richard.

Na volta da despedida com suas duas amigas Amy e Caroline, as três sofrem um acidente de carro, que é onde Jack aparece e salva Emma. Diante das consequências deste acidente, Emma adia o casamento, enquanto que fica muito próxima de Jack e o que a princípio era uma ligação pelo episódio em que o rapaz a salvou, logo se torna algo mais forte. Ao mesmo tempo, Emma descobre segredos que mudam sua vida completamente, que ela nunca saberia se o acidente não tivesse acontecido.

O  que me fez ler ininterruptamente foi o fato de ficar ansiosa para saber a quem Emma se refere no presente: Richard ou Jack. Esse vai e vem no tempo mais uma vez foi uma grande sacada da autora.

O livro nos traz como personagem de destaque, além da Emma, óbvio, Richard, o noivo que a conhece desde a infância e tem um forte vínculo com a sua família; Jack que é um escritor americano que está de passagem pela Inglaterra para fazer pesquisas para seu novo livro e que fisicamente é a perfeição em pessoa (!!!); Caroline a Amy, melhores amigas de Emma, que cresceram juntas.

O livro não é só romance, também trata do Alzheimer, que é a doença da mãe de Emma, que se torna mais um preocupação na vida da personagem principal. Esse tema têm sido muito trabalhado ultimamente e fez com que o livro não se torne apenas um romance trivial.

Quanto aos elementos da história, é impossível não fazer ligações com “A Curva no tempo”. Detalhes como a cicatriz que Emma traz no rosto, a menção do cheiro da loção de barbear entre outras coisas que não posso contar por serem spoilers. Entretanto gostei bastante do livro, tanto que não conseguia parar de ler. Dani Atkins me pegou e com certeza leria mais livros dela. Suas histórias trazem desfechos que fogem um pouco do óbvio. E por falar em desfecho, gostei da escolha da personagem, porém o livro poderia dar mais destaque ao final, que achei um pouco sintético demais.

Vou ficando por aqui, com esta indicação de romance que eu adorei e espero que gostem também!

Senhora – José de Alencar

Olá, Pessoal!

Já deu pra notar que nosso blog é bem eclético, não é mesmo? Falamos de suspense, young adult, romance, fantasia…  E o assunto de hoje é literatura nacional!

Uma das categorias da #mldeférias era “Um livro que você deveria ter lido na escola, mas não leu” e logo vi a oportunidade de encaixar esse clássico da nossa literatura, o qual já tinha ouvido muito falar. Minha irmã gostou tanto que o leu duas vezes! Então, movida pela curiosidade resolvi quebrar mais uma barreira (ou um preconceito, whatever!) e li meu primeiro livro deste gênero.

Antes, é interessante saber que o José de Alencar foi um escritor cearense do século XIX, também autor de outros romances como Iracema, Diva, Lucíola e O Guarani. Hoje, falaremos de Senhora.

Sinopse:

“Senhora” é uma obra diferente de seu tempo, já que não é conduzido de um ponto de vista masculino, mas sim por uma mulher que traz para si a qualidade de sujeito da história. O tema central desse romance é o casamento por interesse, que José de Alencar transforma em uma espécie de transação comercial ao dividir a obra em quatro partes com nomes bem sugestivos: O Preço, Quitação, Posse e Resgate. Romance romântico com toques de realismo há em “Senhora”, por meio de sua personagem principal, uma critica sobre o modo como o dinheiro importava na sociedade da época. Seu autor procurou mostrar como a riqueza içava as pessoas por entre a alta sociedade, e como a falta de dinheiro as depreciava, como mostra ao relatar a vida de Aurélia, que vai do começo pobre à ascendência após receber a herança de seu avô.”

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A história, narrada em terceira pessoa, onde o narrador acompanha diferentes cenários, é sobre Aurélia, moça do Rio de Janeiro, cuja única riqueza que tinha era sua beleza, mas que de repente se vê só e única herdeira de seu avô, fazendeiro rico, que até a pouco tempo não a reconhecia como neta legítima, por ser fruto de um casamento em segredo de seu filho.

Aos 19 anos, Aurélia é alvo de cobiça dos homens por ser linda, inteligente, educada e agora rica, que se torna cada vez mais conhecida na alta sociedade. Porém está na idade de casar e então escolhe uma pessoa em especial: Fernando Seixas, moço pobre, porém elegante e trabalhador. Com o objetivo em mente, a menina pede ao seu tutor que seja oferecido a Seixas cem contos de réis para casar-se com ela, sem que ele saiba, antes de aceitar, quem é a noiva. Após o sim do rapaz, chega o dia de conhecê-la e uma surpresa é revelada: Aurélia é uma velha conhecida, com quem ele divide uma história em comum.

O que acontece depois, qual o objetivo deste casamento, o que Aurélia sente por Seixas, isso não vou revelar, pois não quero dar spoilers. Mas o que devem saber é que esta é uma história sobre as várias faces do amor e o que ele pode provocar.

O romance foi publicado em 1874 e como é de se esperar, a linguagem é extremamente formal e muitas das palavras não são utilizadas atualmente, o que dificulta muito a leitura. Havia adquirido um exemplar econômico dele (da editora Ciranda Cultural), mas também tinha um e-book. Apelei para este segundo, já que leio no LEV que tem a vantagem de clicar numa palavra para acessar seu significado no dicionário (nunca usei tanto esta ferramenta!). Aconselho a quem queira ler o livro físico, que deixe um dicionário do lado.

Apesar das dificuldades desta pessoa que vive na era de linguagem de MSN, adorei o livro, que é bastante rico em detalhes que nos faz compor cada cena em nossa imaginação. Sem contar que é uma história bem diferente das que tenho lido. Fiquei feliz pela iniciação à literatura nacional e já quero ler mais livros de José de Alencar.

“Senhora” já foi novela em 1975 na Globo e a história de Aurélia também foi contada pela Record na minissérie “Essas Mulheres” em 2005.

Alguém mais lê livros do gênero? Têm algum para indicar?

Até a proxima!

 

Perdida – Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo

E aí, pessoal!

Estamos em clima de Olimpíadas no Brasil e para continuar nessa vibe verde e amarela, a resenha de hoje é de uma autora nacional: Carina Rissi. Ela é uma das autoras mais populares e mais lidas no país atualmente. Nunca tinha lido nenhum livro dela. Estava (e ainda estou) bem interessada em ler “Mentira Perfeita”, que foi muito falado no Mochilão Record, mas como sempre, minha wish list e TBR vivem lotadas e então eis que surgiu a oportunidade de encaixar “Perdida” na maratona de férias na categoria “Um livro sobre viagem no tempo”. Então, depois de algumas pesquisas, dou de cara com esta sinopse, que me ajudou a escolher essa leitura, de publicação da Verus:

“Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos… “Perdida” é uma história apaixonante com um ritmo intenso, que vai fazer você devorar até a última página.”

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Sofia é uma personagem que retrata bem a mulher contemporânea: tem relacionamentos sem compromisso e não vive sem seu celular. Até que um dia, quando seu aparelho deixa de funcionar, corre para comprar outro e uma senhora na loja de aparelhos telefônicos vende um aparelho único, de edição limitada. Ao sair, logo descobre um problema no aparelho e algo acontece e de repente nada é como era antes. O lugar que estava torna-se mais simples e mais rural e Ian Clarke, passando em sua carruagem, a resgata, imaginando que a jovem, com roupas “minúsculas” esteve em apuros. Logo Sofia se dá conta, após ver como as pessoas se portam e se vestem, que ela não está em seu tempo e sim no século XIX.

O jeito cavalheiro de Ian e o comportamento peculiar de Sofia, logo provoca uma atração entre eles, porém Sofia precisa descobrir o que a levou para o passado e como voltar pro futuro, ao mesmo tempo que se torna cada vez mais próxima de Ian.

No primeiro terço do livro, achei bem parado e estava travando para prosseguir a leitura, porém depois disso não consegui mais parar. Carina soube fazer um romance de época interessantíssimo, com muitas pitadas de humor, como, por exemplo, a descoberta de Sofia de como era o banheiro e o papel higiênico daquele tempo, além de também ter um romance digno de um conto de fadas com o Ian, personagem que faz qualquer uma suspirar, é lindo e educado, com certeza um príncipe.

A capa da menina com vestido de baile e All Star faz tanto sucesso, que já está virando moda entre as debutantes ensaios com esse traje. É ou não é uma graça?

Amei a escrita de Carina e com certeza lerei todos os livros dela. É bom saber que temos autores nacionais que valham nossa atenção!  Ah, e Perdida tem continuação com mais dois livros: “Encontrada” e  “Destinado”. Assim que eu ler cada um, compartilho com vocês. Beijos!

 

SOPPY – Os pequenos detalhes do amor

Olá, Pessoal!

A resenha de hoje é de um livro fofo, porém bem diferente do que costumo comentar por aqui.

Por conta da #MLdeférias, tinha que ler um livro HQ ou quadrinho e o escolhido foi “Soppy – Os pequenos detalhes do amor”, de Philippa Rice, publicado pela Fábrica 231.

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Soppy não se trata de uma história com início, meio e fim, mas sim de tirinhas aleatórias de como é viver a dois. Neste livro, o foco são as ilustrações de Philippa, que traduz com sutileza cenas que todo casal vive.

É um livro pra se identificar e ficar comparando com seu parceiro as situações engraçadas e rotineiras pelas quais passamos. Eu, por exemplo, me vi em muitas delas, como o desenho do casal montando uma estante, que ao ver, me pareceu que alguém me fotografou no dia em que montei com meu marido minha estante de livros. Mostrei a ele, que ficou chocado com a semelhança.

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Soppy é um ótimo livro para presentear e dar valor aos pequenos momentos que tornam a vida de um casal peculiar e ao mesmo tempo igual a todas as outras.

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O livro é curtinho, tem 108 páginas, mas é recheado por ilustrações cujas únicas cores utilizadas são o preto, o vermelho e o branco e em pouquíssimas tirinhas há a presença de diálogos.

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Achei bem legal a ideia do livro. É um tipo diferente de comunicação com o leitor.

Beijos e até logo!