A Garota do Calendário – Março

É sempre um prazer tê-los de volta no meu blog! Prontos para mais uma resenha?

Hoje estou de volta com essa série que já virou febre no Brasil: A Garota do Calendário, de Audrey Carlan, que a Verus nos trouxe este ano.

Se você ainda não conhece e quer mais detalhes sobre do que se trata a série, leia a resenha do volume de Janeiro aqui. Também já falei sobre o segundo volume: Fevereiro.

Março é o mês em que Mia vai para Chicago. Aliás, uma das coisas que não torna a série chata é que a cada mês, Mia está em um lugar diferente dos EUA, conhecendo coisas e costumes novos. Porém antes de tudo, Mia passa no escritório de Blaine para pagar parte da sua dívida. Blaine é um tanto sarcástico e parece não se importar com o que o pai de Mia está passando… E ainda ameaça Mia, falando que pode ser um de seus próximos clientes… Será? Pra Mia seria péssimo, mas convenhamos que daria um volume bem interessante!

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O cliente da vez é Anthony Fasano, dono de uma rede de restaurantes e lutador de box. Logo ao chegar na casa de Tony, Mia fica de queixo caído com a beleza do rapaz.

“Ele era enorme. Muito musculoso. Com base no que eu podia ver das coxas que apareciam debaixo da toalha, elas eram da grossura de troncos de árvore. Peitoral quadrado e músculos retangulares cortavam o tórax e o abdome. E os braços…Eu nem conseguia pensar direito em quanto queria tocar aqueles braços.”

Porém a alegria dura pouco… Logo que bate os olhos em Tony, outra figura aparece: Hector seu parceiro. Sim, o cliente é gay e fica óbvio o motivo de Mia ter sido contratada. Mas se vocês acham que não tem sexo neste livro, enganam-se. Mais uma vez Mia vai lidar com seus sentimentos e um flashback deixa o livro com um toque de excitação.

Bem, amo a série, já tenho os 8 primeiros livros comprados e confesso que esse exemplar de Março foi o que menos me empolgou. Não consegui me apegar a Tony e Hector e a história deles ficou um pouco fria. Mesmo assim o livro não foi ruim. Apenas esperava mais depois do frisson causado pelos dois primeiros.

Quem mais está lendo? O que acharam?

 

Perdida – Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo

E aí, pessoal!

Estamos em clima de Olimpíadas no Brasil e para continuar nessa vibe verde e amarela, a resenha de hoje é de uma autora nacional: Carina Rissi. Ela é uma das autoras mais populares e mais lidas no país atualmente. Nunca tinha lido nenhum livro dela. Estava (e ainda estou) bem interessada em ler “Mentira Perfeita”, que foi muito falado no Mochilão Record, mas como sempre, minha wish list e TBR vivem lotadas e então eis que surgiu a oportunidade de encaixar “Perdida” na maratona de férias na categoria “Um livro sobre viagem no tempo”. Então, depois de algumas pesquisas, dou de cara com esta sinopse, que me ajudou a escolher essa leitura, de publicação da Verus:

“Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos… “Perdida” é uma história apaixonante com um ritmo intenso, que vai fazer você devorar até a última página.”

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Sofia é uma personagem que retrata bem a mulher contemporânea: tem relacionamentos sem compromisso e não vive sem seu celular. Até que um dia, quando seu aparelho deixa de funcionar, corre para comprar outro e uma senhora na loja de aparelhos telefônicos vende um aparelho único, de edição limitada. Ao sair, logo descobre um problema no aparelho e algo acontece e de repente nada é como era antes. O lugar que estava torna-se mais simples e mais rural e Ian Clarke, passando em sua carruagem, a resgata, imaginando que a jovem, com roupas “minúsculas” esteve em apuros. Logo Sofia se dá conta, após ver como as pessoas se portam e se vestem, que ela não está em seu tempo e sim no século XIX.

O jeito cavalheiro de Ian e o comportamento peculiar de Sofia, logo provoca uma atração entre eles, porém Sofia precisa descobrir o que a levou para o passado e como voltar pro futuro, ao mesmo tempo que se torna cada vez mais próxima de Ian.

No primeiro terço do livro, achei bem parado e estava travando para prosseguir a leitura, porém depois disso não consegui mais parar. Carina soube fazer um romance de época interessantíssimo, com muitas pitadas de humor, como, por exemplo, a descoberta de Sofia de como era o banheiro e o papel higiênico daquele tempo, além de também ter um romance digno de um conto de fadas com o Ian, personagem que faz qualquer uma suspirar, é lindo e educado, com certeza um príncipe.

A capa da menina com vestido de baile e All Star faz tanto sucesso, que já está virando moda entre as debutantes ensaios com esse traje. É ou não é uma graça?

Amei a escrita de Carina e com certeza lerei todos os livros dela. É bom saber que temos autores nacionais que valham nossa atenção!  Ah, e Perdida tem continuação com mais dois livros: “Encontrada” e  “Destinado”. Assim que eu ler cada um, compartilho com vocês. Beijos!

 

Book Haul: Junho/2016 – Parte 2

Dando continuidade ao nosso book Haul de junho, mais seis livros que adquiri esse mês. Se você não viu a  parte I, clique aqui.IMG_8694

Se junho foi recheado de promoções, mal posso esperar pela Black Friday!

Agora, vamos aos livros:

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A GAROTA DO CALENDÁRIO – JANEIRO (Audrey Carlan, Verus Editora) – Ela precisava de dinheiro. E nem sabia que gostava tanto de sexo. O fenômeno editorial do ano e best-seller do New York Times, USA Today e Wall Street Journal. Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser… Em janeiro, Mia vai conhecer Wes, um roteirista de Malibu que vai deixá-la em êxtase. Com seus olhos verdes e físico de surfista, Wes promete a ela noites de sexo inesquecível — desde que ela não se apaixone por ele. POR QUE COMPREI? Ele foi apresentado no Mochilão Record e de início não pensei em comprar, pois eram 12 livros. Mas a curiosidade foi maior e comprei Janeiro e Fevereiro e agora já quero todos! Leia a resenha aqui.

A GAROTA DO CALENDÁRIO – FEVEREIRO (Audrey Carlan, Verus Editora) – Em fevereiro, Mia vai passar o mês em Seattle com Alec Dubois, um excêntrico artista francês. No papel de musa, ela vai embarcar em uma jornada de descobertas sexuais e lições sobre o amor e a vida que permanecerão com ela para sempre. POR QUE COMPREI? Mesmo motivo do exemplar “Janeiro”. Leia a resenha aqui.

O PRESENTE (Cecelia Ahern, Editora Novo Conceito) – Todos os dias, Lou Suffern luta contra o tempo. Ele tem sempre dois lugares para ir, sempre duas coisas a fazer. Quando dorme, sonha com os planos do dia seguinte e, quando está em casa com a esposa e os filhos, sua cabeça está, invariavelmente, em outro lugar.
Numa manhã de inverno, Lou conhece Gabe, um morador de rua, sentado no chão, sob o frio e a neve, do lado de fora do imenso edifício onde Suffern trabalha.
Os dois começam a conversar, e Lou fica muito intrigado com as informações que recebe de Gabe; informações de alguém que tem observado uniões improváveis entre os colegas de trabalho de Lou, como os encontros da moça que usa Louboutins com o rapaz de sapatos pretos…
Ansioso por saber de tudo e por manter o controle sobre tudo, Lou entende que seria bom ter Gabe por perto — para ajudá-lo a desmascarar associações que se formam fora de suas vistas — e lhe oferece um emprego.
Mas logo o executivo se arrepende de ter ajudado Gabe: sua presença o perturba. O ex-mendigo parece estar em dois lugares ao mesmo tempo, e, além disso, fala umas coisas muito incomuns, como se soubesse do que não deveria saber…
Quando começa a entender quem realmente Gabe é e o que ele faz em sua vida, Lou percebe que passará pela mais dura das provações.
Esta história é sobre uma pessoa que descobre quem é. Sobre uma pessoa cujo interior é revelado a todos que a estimam. E todos são revelados a ele. No momento certo. POR QUE COMPREI? O livro estava R$ 9,90 na livraria Nobel e quando vi que era de Cecelia Ahern, achei que valia a pena levar!

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AGATHA CHRISTIE – A CAPTURA DO CÉREBRO e AGATHA CHRISTIE – O INCIDENTE DA BOLA DE CACHORRO (John Curran, Leya) – Setenta e três diários pessoais. Dois contos inéditos de Poirot. Uma vida inteira de mistérios. O mundo de Agatha Christie finalmente desvendado! Quando Agatha Christie morreu, em 1976, com 85 anos de idade, ela era a autora mais conhecida do mundo, com seus livros ultrapassando os dois bilhões de cópias vendidas e traduzidos em mais de cem países. Além disso, Christie alcançou o que se julgava impossível – a partir de 1920, publicou mais de um romance por ano: cada publicação um best-seller. Em 2004, um incrível legado foi revelado: Descobertos entre outros objetos deixados na casa da família de Christie estavam seus diários – 73 cadernos escritos à mão com notas, listas e desenhos que apresentavam seus planos para diversos livros, peças e contos. Entre essas relíquias, observações, pistas e notas sobre seus famosos livros, que fascinaram gerações de leitores. Repleto de detalhes que a modesta autora jamais revelou, Os diários perdidos de Agatha Christie inclui reproduções das páginas originais de seus cadernos e cartas, e, ainda, a publicação de dois contos inéditos de Poirot. Imperdível. POR QUE COMPREI? Já disse aqui que Agatha é minha autora favorita e achei interessante ter livros que incluam trechos de suas anotações. Os dois juntos saíram por R$ 9.90 nas lojas Americanas.

SENHORA (José de Alencar, Ciranda Cultural) – “Senhora” é uma obra diferente de seu tempo, já que não é conduzido de um ponto de vista masculino, mas sim por uma mulher que traz para si a qualidade de sujeito da história. O tema central desse romance é o casamento por interesse, que José de Alencar transforma em uma espécie de transação comercial ao dividir a obra em quatro partes com nomes bem sugestivos: O Preço, Quitação, Posse e Resgate. Romance romântico com toques de realismo há em “Senhora”, por meio de sua personagem principal, uma critica sobre o modo como o dinheiro importava na sociedade da época. Seu autor procurou mostrar como a riqueza içava as pessoas por entre a alta sociedade, e como a falta de dinheiro as depreciava, como mostra ao relatar a vida de Aurélia, que vai do começo pobre à ascendência após receber a herança de seu avô. POR QUE COMPREI? Minha irmã me indicou esse livro e como tenho uma certa resistência por clássicos da literatura brasileira, mesmo sem nunca ter lido, resolvi dar uma chance, já que o comprei por R$ 4.90 na Saraiva.

E aí, alguém já leu algum dos livros que mostrei no post? Gostaram?

Até a próxima!

A Garota do Calendário – Fevereiro

Quem leu a primeira resenha de “A Garota do Calendário-  Janeiro” ficou curioso para ler o livro e aqueles que já leram, ficaram ansiosos pelo segundo volume “A Garota do Calendário – Fevereiro”. Então hoje você vai saber um pouco mais deste volume que está cativando fãs em todo o Brasil.

Como já disse, a série de 12 livros que serão lançados até o final de 2016 pela Verus Editora, foi escrita por Audrey Carlan e promete ser a nova febre de romance adulto no nosso país.

Depois de Mia Saunders ter passado todo o mês de janeiro ao lado de Wes, em que conheceu um pouco da indústria de Hollywood que faz parte da vida do roteirista, apimentou sua estadia com muito sexo, a garota estava ansiosa pelo seu novo cliente.

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Agora em fevereiro, Mia foi mandada a Seattle para ser a musa do artista plástico francês Alec Dubois na sua nova exposição “Amor à Óleo”.

Logo ao chegar ao prédio que Alec vive e trabalha, já se fascina com a sua beleza: “Lembrava o Ben Affleck, só que mais gostoso.” (Imagina esse homem!). Mas também, logo na sua chegada, Mia acaba sofrendo um pequeno acidente, que poderia arruinar seu trabalho deste mês e no entanto faz com que Alec tenha mais atenção e cuidado com a moça.

Na casa de Alec, Mia descobre que o artista não comprou as roupas para seu uso, previstas no contrato e logo começa a conhecer a excentricidade do francês, que a quer nua não só para posar para seus quadros, mas o tempo todo!

Não é porque Mia sentia algo por Wes que ela se fechará para os próximos clientes, pelo contrário: Mia é quem dará o primeiro passo para um algo a mais entre ela e Alec na cama.

A partir daí começam uma relação de sexo ainda mais intensa do que com Wes. Garanto a vocês que este livro é muito mais picante. Cerca de 80% do livro é sobre sexo. Mas além de ser um bom amante, Alec tem muitas lições a ensinar a Mia, já que sua coleção de telas reflete vários estágios do amor e ele quer que a garota esteja sentindo cada um deles ao posar para os quadros. Assim, o mês de fevereiro será também um mês de autoconhecimento em que Mia procurará seu amor próprio e ao mesmo tempo refletirá sobre o que realmente sente por Wes.

“Naquele momento, jurei a mim mesma que não tentaria me impedir de me importar com cada cliente. Eu me permitiria gostar de cada um do meu jeito. Só não seria o “eu te amo para sempre”. “Para Sempre” era algo sagrado, que aconteceria no momento certo com a pessoa certa.”

De verdade, eu devorei este livro! Já garanti meus próximos exemplares de “Março” e “Abril”, que serão lançados dia 18/07.

O tamanho dos livros (130 páginas em média) nos faz ler como se fossem contos, porém a diferença é que é uma única história dividida em 12 partes.

Estou amando e super ansiosa pelos próximos. E vocês, o que estão achando?

P.S.: Ainda amo você

Olá!

Já falei pra vocês o quanto amei ” Para todos os garotos que já amei” da Jenny Han. Se você não viu a resenha ou ainda não leu o livro, clique aqui .

“P.S. Ainda Amo Você” é o segundo livro da série.

 

Sinopse: Agora, em P.S.: Ainda amo você, Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam.
Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois.

Bem, preciso dizer que Jenny Han foi linear ao se manter fiel à história, com coerência e seguindo o mesmo estilo de escrita. Desta vez eu diria que ela escreveu o manual de como funciona uma adolescente. Acho que a autora se aproxima de seus leitores quando coloca no papel situações atuais e presentes na realidade dos jovens, como o cyberbullying, o primeiro relacionamento, como se portar com os amigos quando  se está namorando,como separar a amizade do amor, primeiras brigas, divórcios em família etc.

Em comparação ao primeiro livro, neste ficou muito mais claro o amadurecimento de Lara Jean e também de Kitty, que já não é vista pela sua irmã como uma criancinha e sim como um a pré-adolescente que é, inclusive participando dos dilemas adolescentes da irmã.

Não sei se ambos os livros foram escritos de uma vez, mas achei sensacional deixar o John, destinatário de uma das cartas para o segundo livro. Além de gerar mais assunto, dividiu mais uma vez a história num triângulo amoroso, dando a oportunidade de o público mudar de ideia quanto ao crush favorito. Peter é e sempre será o meu, mas adorei o John também, é o típico sonho da menina em busca de seu primeiro amor.

“Talvez as coisas muito, muito boas não sejam feitas para durar tanto tempo; talvez seja o que as torna mais doces, o fato de serem temporárias.” (pág. 199)

O livro é mais grosso que o primeiro (304 contra 160 páginas), mas não é nenhum pouco entediante nem cansativo. Pelo contrário, nas últimas 150 páginas, me fez ficar até 3:00 hs lendo.

Espero sinceramente que, como a Jenny Han divulgou essa semana, saia o terceiro livro. Ela disse que não faria outro se não tivesse mais a contar sobre Lara Jean, então fico na expectativa de um terceiro livro com a mesma qualidade dos dois primeiros. Quem sabe as próximas histórias não sejam com a primeira vez de Lara ou com a ida para a faculdade? Vamos esperar!

 

 

 

 

Saga A Maldição do Tigre: Resenha

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Para quem ainda não leu esta saga, A Maldição do Tigre conta a história de Kelsey Hayes, jovem que decide trabalhar num circo alimentando o Tigre Branco Ren. O que ela ainda não sabe é que Ren é Dhiren, um príncipe indiano que está aprisionado no corpo do animal há alguns séculos e logo a menina vai embarcar numa jornada em busca da liberade de Ren e seu irmão Kishan. Para isso, contará com a ajuda da Deusa Durga e do Sr. Kadam, que cuida do patrimônio da família dos Tigres, para decifrar mensagens secretas em busca de novas orientações e desafios a enfrentar. Durante toda a saga, os Tigres tem o poder de se transformarem em humanos cada vez por mais tempo, de acordo com as tarefas que forem cumprindo. E é lógico que Ren e Kishan como humanos irão lutar pela atenção e pelo amor de Kelsey. Afinal, o que é uma Saga de sucesso sem um triângulo amoroso?

Esta saga instiga, principalmente quem curte mitologia, pois é o diferencial da história. Durante toda a leitura me questionava sobre o trabalho que a autora Colleen Houck teve com pesquisas sobre mitologia para montar este conto.

Bom, isso é o que você precisa saber se ainda está decidindo se lê ou não. Agora, se você já leu, pode continuar esta resenha, pois vou compartilhar contigo o que achei dos quatro livros.

 

O QUE ACHEI? (CONTÉM SPOILERS)

 

O primeiro livro, A Maldição do Tigre, li rapidamente, pois confesso que minha curiosidade inicial era saber como os tigres se transformavam. É nesse livro também que conhecemos mais a Kelsey. O livro gira em torno de Kelsey e Ren e a química que surge entre os dois desde que ela a conhece como tigre.

O segundo livro, O Resgate do Tigre, é definitivamente o meu favorito. Por quê? Primeiro porque começa bem humorado com Kelsey tentando uma vida nova tentando esquecer Ren, saindo com vários rapazes. Mas então Ren ressurge e fica naquela provocação de quem aguenta resistir por mais tempo. Quando ela finalmente dá o braço a torcer, Ren é capturado por Lokesh e então Kelsey continua sua jornada entre lugares distantes e figuras mitológicas junto a Kishan. Sim, Kishan é o meu favorito! Na minha cabeça ele é mais bonito, mais divertido… Adoro quando ele banca o atrevido com a Kelsey.

Em A Viagem do Tigre, a leitura já começou a ficar mais lenta, pois fica difícil assimilar tanta informação (nomes de Deuses, mensagens subliminares etc), então tive que ler bem tranquila, sem pressa. Nessa parte dá impressão que a Kelsey pode desistir a qualquer momento. Eu desistiria ao encontrar qualquer um dos cinco dragões. Achei os trabalhos mais difíceis que ela teve que enfrentar.

Finalmente, em o Destino do Tigre, é que tudo fica claro (apesar de eu ter achado a morte do Kadan desnecessária, mas sempre tem que ter um drama). Demorei bastante pra ler este último livro, mas depois do meio, as perguntas vão sendo respondidas. Colleen foi brilhante ao fazer a viagem no tempo, colocando Kelsey como personagem essencial na transformação de Anamika em Durga. Foi então que entendi o porquê dos empréstimos e presentes de Durga a Kelsey, o porquê dela ter que passar por tudo que passou e foi como foi explicada a escolha de Kelsey por Ren (mesmo que em toda saga tenha ficado claro que ele era o favorito dela),  já que na verdade Kishan era Damon, o tigre de Durga. Também achei lindo como foi esclarecida a visão que Kishan teve no segundo livro, de Kelsey com um bebê no colo.

Ao final dos livros, a sensação é que a autora soube muito bem o que queria desde o começo e não fez quatro livros apenas para vender após o sucesso do primeiro.

Ainda tem A Promessa do Tigre, conto sobre Yesubai, primeiro amor de Kishan e filha do feiticeiro Lokesh. Não li, mas em breve vou ler e prometo um novo post sobre ele.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Coroa (Kiera Cass): Resenha

 

 

Vamos começar nosso blog com a resenha deste lançamento fresquinho: A Coroa.

a-coroaO livro há muito tempo vem sendo aguardado para dar uma conclusão para a coleção “A Seleção”, escrito pela autora Kiera Cass.

Enquanto A Seleção, A Elite e A Escolha, três primeiros livros da série, contam a história do triângulo amoroso Maxon (o príncipe), America e Aspen, no meio de uma competição entre 35 moças competindo pelo título de princesa e esposa de Maxon, A Herdeira, o quarto livro, se passa anos depois, com a filha de Maxon, Eadlyn, tendo que escolher entre 35 rapazes, quem será seu futuro marido. O livro termina num ponto crucial, onde sua mãe sofre um infarto e não temos pista alguma sobre quem será o escolhido de Eadlyn, já que ela, que nem mesmo queria continuar com a seleção, agora acha em todos alguma coisa que a pode fazer se apaixonar.

A Coroa é a continuação de A Herdeira. Vejam a sinopse da editora:

“Em A herdeira, o universo de A Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria Seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil — e importante — do que esperava.”

 

O QUE EU ACHEI? 

 

Começando pelo grande suspense que foi o infarto de America: acho que A Coroa deu pouco foco a esse acontecimento, tratou como um fato qualquer. Porém com a leitura do livro podemos entender o porquê da Kiera ter feito isso com a America. Aliás, ela conseguiu amarrar bem a série, juntando as peças do quebra-cabeça ao longo do livro.

O ponto principal deste último livro, com certeza foi o amadurecimento de Eadlyn, que passou de menina mimada e egoísta, a uma garota responsável, preocupada com todos e principalmente que aprendeu a valorizar sua família e enxergar além das aparências da vida no Palácio.

Também temos neste livro a introdução de um novo personagem: Marid (mais um com nome estranho, rs), herdeiro da família Illéa que volta à vida dos Schreave na tentativa de controlar o povo e acaba sendo pivô de rumores de um possível novo romance extra-seleção.

Também teve mistérios em torno do selecionado Hale, da Srta. Brice e finalmente consegui gostar da Josie.

Gostei muito do livro, pois a autora conseguiu dar um bom desfecho à série. Não sei como a Kiera consegue, mas em todos os livros dela eu começo a ler e termino rapidamente sem nem perceber, pois é uma leitura fácil que vai te levando.

Enfim, não deixou a desejar, não ficou faltando. Há boatos que a Kiera possa escrever um próximo livro. Sinceramente acho que valeria a pena um novo livro de contos com as historias de Srta. Brice, Marid, Kile e Ahren.

 

OPINIÃO COM SPOILER

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Ainda não superei o final, gostaria muito que a Eadlyn ficasse com o Kile. Eu sempre fui #TeamKile!!! Ficava desesperada por um encontro de Kile e Eadlyn em “A Herdeira”.  Porém gostei da Kiera ter mudado e colocado alguém que não estava participando da Seleção, pois trouxe a história mais para a relalidade, não se tornou mais um conto de fadas, nem tornou a vida da Eadlyn uma releitura de Maxon e America.

E o Marid? Nunca me enganou. Sabia que era interesse puro desde o começo…

A Kiera também foi bem esperta ao arranjar uma amante para o rei Clarkson. Não sei vocês, mas achei o Clarkson de “Felizes Para Sempre” uma pessoa totalmente diferente do personagem de “A Seleção”. Essa revelação de que ele não era esse homem nem mesmo com a rainha fez mais sentido pra mim.

E vocês, gostaram do final?