Tarde de autógrafos Audrey Carlan no Rio: Eu fui!

Olá a todos!

Em época de Bienal do livro em São Paulo, quem assim como eu mora no Rio chora. Tantos videos do pessoal aproveitando e tantos autores bons nesse ano… Enfim, o maior pesar foi saber que a Audrey Carlan, autora de “A Garota do Caléndário”, série de livros que estou simplesmente amando, viria à Bienal.

Porém, algo aconteceu no domingo, 28/08: Abro o Instagram e me deparo com um post do Grupo Editorial Record mostrando a preparação para a tarde de autógrafos de Audrey Carlan na Saraiva do Shopping Rio Sul, aqui no Rio de Janeiro!

Não, a editora não planejou tudo em cima da hora. Eu que ando ocupada ao extremo e acabei não me atualizando tanto nesses dias, inclusive é esse o motivo de eu estar há uma semana sem postar aqui.

Como se não bastasse descobrir no dia, vi o post 15:53 hs, sendo que as senhas começaram a ser distribuídas às 15:00 hs e o evento começaria às 17:00 hs. Eu, que moro há uma hora do local do evento, saí desesperada, torcendo para chegar a tempo. Deu tudo certo, fui uma das últimas da fila, mas consegui!!!

Depois de algum tempo de espera, ouvir muitas discussões acaloradas sobre livros, chegou a minha vez 🙂 !

A Audrey que é a simpatia em pessoa, conversou com todas as pessoas da fila, sem pressa e assinou todos os exemplares que levamos.

Na minha vez, falei pra ela que a Mia tem o emprego dos sonhos, com todos aqueles caras maravilhosos e ela deu boas risadas. Me perguntou qual mês mais gostei até agora e quando respondi que foi Fevereiro, ela disse que também é o dela, pois é quando a Mia aprende a se amar mais. A autora ainda me perguntou qual o mês do nascimento e acrescentou um “Happy Birthday” no autógrafo do mês de maio.  Que fofa!

Adorei a experiência e deixo vocês com um recadinho da Audrey para o blog, arriscando algumas palavrinhas em português! Só clicar aqui.

 

 

 

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O Lado Feio do Amor

Olá!

Hoje estou aqui para falar sobre um livro da autora Colleen Hoover. “O Lado Feio do Amor”,  da editora Galera Record.

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O que me chamou a atenção não foi o livro em si, mas a autora, que até então eu não conhecia, mas que tem milhões de fãs atualmente e há algum tempo já venho ouvindo falar dela. Então decidi começar por este livro. Vejam a sinopse:

“Quando Tate Collins se muda para o apartamento de seu irmão, Corbin, a fim de se dedicar ao mestrado em enfermagem, não imaginava conhecer o lado feio do amor. Um relacionamento onde companheirismo e cumplicidade não são prioridades. E o sexo parece ser o único objetivo. Mas Miles Archer, piloto de avião, vizinho e melhor amigo de Corbin, sabe ser persuasivo… apesar da armadura emocional que usa para esconder um passado de dor.
O que Miles e Tate sentem não é amor à primeira vista, mas uma atração incontrolável. Em pouco tempo não conseguem mais resistir e se entregam ao desejo. O rapaz impõe duas regras: sem perguntas sobre o passado e sem esperanças para o futuro. Será um relacionamento casual. Eles têm a sintonia perfeita. Tate prometeu não se apaixonar. Mas vai descobrir que nenhuma regra é capaz de controlar o amor e o desejo.”

Tate é uma jovem de 23 anos, que está chegando com sua mudança para o apartamento de Corbin, que é piloto de avião e só estará em casa no dia seguinte. Ao chegar à sua porta, encontra um rapaz bêbado caído na frente do apartamento e ,nervosa, liga para o irmão pois não sabe como entrar, se o rapaz lhe oferece algum risco… Ele então diz que irá ligar para seu amigo que mora em frente, também piloto, para ajudá-la. E o que acontece agora? O rapaz vem ajudar? Não. Corbin retorna dizendo que o seu amigo é o bêbado e pede que Tate o deixe dormir na sua casa. O bêbado é Miles e é assim que a história se inicia. Miles entra no apartamento, balbuciando coisas sem sentido e um nome: Rachel.

A princípio, Tate sente pena e chega a consolá-lo. No dia seguinte, ele recobra a consciência e eles começam a se conhecer através da relação com Corbin.

Tate tem uma atração imediata e aos poucos ela vai decifrando Miles, que num dia enfim decide beijá-la. Logo depois disso, Miles esclarece: Não quer nada além de sexo. E para que a relação funcione ele pede que ela não pergunte sobre seu passado e nem espere um futuro. Miles, irresistível, o homem mais lindo do mundo, muito atraente, piloto de avião , que há seis anos não se envolve com ninguém, vale o risco, então a Tate aceita mais do que na hora.

Soa familiar? Eu também achei. A típica história do homem perfeito com um passado obscuro que só quer sexo. Apesar da descrição das cenas não ser tão explícitas como nos livros deste tipo.

Na verdade, estava evitando leituras do gênero desde a overdose 50 tons/Toda Sua, rs. Mas mesmo assim, decidi continuar a leitura.

O livro é narrado por Tate, nos dias atuais e por Miles, há seis anos, em capítulos intercalados. A narração de Miles vai nos mostrando o porquê do rapaz não querer amar ninguém, enquanto na narração da Tate, vamos acompanhando a evolução deste acordo entre os dois.

O capítulo de Miles começa com ele, aos 18 anos, conhecendo Rachel, por quem imediatamente se apaixona. Daí vamos nos envolvendo com a história tentando descobrir o que aconteceu entre eles que o fez ficar assim hoje em dia. Acho que esse é o mistério e fio de vai se desenrolando com o livro.

Uma coisa que achei muito interessante é que logo no primeiro capítulo narrado por Miles, quando ele vê Rachel, ele diz que ela é como poesia e então sua narrativa se torna uma estrutura poética do começo ao fim do livro. Taí um ponto que a autora marcou, com sua originalidade.

“Ela é como poesia.

Como prosa e cartas de amor e letras, em

cascata para baixo .

O

Centro

De

Uma 

Página

Rachel, Rachel, Rachel” – MILES

O relacionamento de Tate e Miles é bem previsível, mas não torna o livro chato.

A revelação do segredo de Miles é algo que pode acontecer com qualquer pessoa, e o livro tem como lição mostrar a superação de uma situação como esta. É a única parte triste do livro, pois a leitura é leve.

Destaco como positivo no livro o personagem Cap, o ascensorista que acaba atuando como psicólogo/ analista dos protagonistas.

A minha impressão do livro é que ele sem dúvida tem uma lição a ser tirada, mas não é nada impactante, nem está entre os melhores que já li. Gostei. Apenas gostei. Mas vou dar outra chance a Collen e ler um outro livro dela.

Boa noite!