A Sorte do Agora – Matthew Quick

Olá, Pessoal!

Quem aí aproveitou o carnaval pra tentar colocar a leitura em dia? \o/ \o/ \o/

Se vocês estão em duvida de qual livro ler, que tal mais uma resenha pra ajudar a decidir?

O livro de hoje é “A Sorte do Agora” de Matthew Quick, mesmo autor de “O lado bom da vida “.

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Bartholomew Neil, aos 40 anos, perde sua mãe para um tumor cerebral. Nos seus últimos meses de vida, ela o chamava de Richard e após encontrar na gaveta da mãe uma carta-modelo de Richard Gere boicotando as Olimpíadas de 2008, Batholomew vê no astro de Hollywood, um amigo para desabafar e ajudá-lo a decidir o que fazer da vida, pois foram 40 anos dependendo apenas de sua mãe. Nunca fez amigos, nunca se virou sozinho. Richard Gere, por outro lado, é bem sucedido, defende causas importantes e tem conexão com Dalai Lama. Quem seria melhor na vida de Bartholomew nesta nova fase da vida?

É então que Bartholomew começa a escrever para Richard Gere. E desta forma o livro é narrado, através de cartas direcionadas ao ator. Começamos então a entrar na cabeça de Bartholomew e acompanhar essa nova fase em sua vida. São narrados fatos tais como a amizade com um padre, suas aventuras na biblioteca em busca de informações sobre Dalai Lama e Richard Gere, a ausência de informações de seu pai em toda sua vida e sua tentativa de superar a perda da mãe, através de uma conselheira é um grupo de luto.

“Você meu confidente, Richard Gere. Não pretendo compartilhar meu fingimento com ninguém, porque o fingimento frequentemente acaba quando você permite que não fingidores tenham um acesso aos mundos melhores e mais seguros que você cria para si mesmo.”

Confesso que demorei muito a engrenar na leitura. O livro começa de uma forma muito monótona. Porém, pouco antes da metade do livro, me vi lendo sem perceber, querendo saber onde a história daria. Acho que é uma característica do autor tratar de assuntos banais do cotidiano, porém, com a intenção de sempre nos trazer uma lição de forma pura e inocente.

“A Sorte do agora” nos mostra os sacrifícios que são necessários para que sejamos felizes.

“Que para alguém ganhar, outra pessoa tem que perder; que para alguém ficar rico, vários outros têm que ficar pobres; que para alguém ser considerado inteligente, muito mais gente deve ser classificada como medíocre ou abaixo da inteligência média; que para alguém ser considerado extremamente belo, deve haver uma infinidade de pessoas comuns ou extremamente feias.”

Assim como “O lado bom da vida”, o protagonista claramente sofre de problemas mentais e é isso que faz a história ser contada de forma distinta. Porém, para mim, o grande destaque do livro foi o amigo do grupo de luto, Max. Com um jeito de falar irreverente e sem papas na língua, o personagem sofreu a perda de sua melhor amiga, a gata Alice. E sua vida parece girar em torno de gatos. Tanto é que seu grande sonho é conhecer o “Parlamento dos Gatos”, no Canadá.

Sou gateira e adorei ver um personagem que tem essa paixão. Max me garantiu muitas risadas com seu jeito que chega a ser infantil, por vezes.

O grande trunfo de Matthew na verdade não são suas histórias e sim seus personagens, que nos mostram que grandes aprendizados podem vir de pessoas comuns e que é sempre importante querer se tornar uma pessoa melhor, tanto para si, quanto para o mundo.

Alguém já leu outros livros do Matthew? Tiveram a mesma impressão?

Vou ficando por aqui!

Até a próxima!

” Para mudar nossa vida, devemos primeiro reconhecer que nossa situação atual não é satisfatória”
Dalai Lama

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O Segredo do Meu Marido – Liane Moriarty

Olá, leitores!

Vocês leram a última resenha de “Pequenas Grandes Mentiras”? Então, eu gostei tanto da escrita da Liane Moriarty que resolvi ler mais um livro dela: “O Segredo do meu marido”. E esse será nosso livro resenhado de hoje, também publicado pela editora Intrínseca.

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A história, narrada em terceira pessoa, começa acompanhando a vida de Cecília, vendedora de Tupperware e mãe de três filhas. Revirando suas coisas, Cecília encontra uma carta lacrada escrita por seu marido com instruções para abertura apenas após a morte dele. Intrigada, Cecília se pergunta que revelações podem conter nesta carta e cada ato do marido passa a ser suspeito. A grande dúvida é: abrir ou não abrir?

A partir do segundo capítulo, assim como em “Pequenas Grandes Mentiras”, o livro começa a focar na vida de outros personagens, intercaladamente: Tess que vem passar um tempo com sua mãe após seu marido e sua prima e melhor amiga terem se declarado apaixonados; e Rachel, diretora de uma escola infantil que vive luto eterno pela filha que morreu de forma trágica há muitos anos quando ainda era adolescente.

No começo fica meio confuso, mas logo entendemos como a vida destas mulheres se encontram em alguma parte da história.

O segredo é revelado mais ou menos no meio do livro e confesso que é bem previsível, porém a grande questão da história é como este segredo afetará a vida de todos os personagens e quais as consequências que sua revelação pode ter.

A escrita de Liane é interessantíssima, pois fala sobre acontecimentos reais, coisas que podem e acontecem a todo tempo com qualquer pessoa. É como se fosse colocada uma lupa na vida alheia, onde cada problema é vasculhado de todos os ângulos. O luto de Rachel, por exemplo, foi mostrado de forma que nunca imaginei que uma pessoa que perder alguém muito próximo pensaria. Em um trecho do livro, ela comenta que todos envelheceram e sua filha continua com a mesma idade. Parece uma confissão e não uma narrativa de ficção.

Este livro me impactou por suas lições, que são muitas. Dentre elas, sempre se colocar no lugar do próximo para ter um nova perspectiva de cada situação, e a principal lição, que é algo que sempre acreditei: uma escolha muda toda a sua vida!

Dou 5 estrelas não só para a história, mas também para a autora, que escreve de forma peculiar.

Espero que tenham gostado!

Até mais!

O ADULTO – GILLIAN FLYN

E aí, Pessoal?

A resenha de hoje é uma dica para quem quer uma boa história, porém está com pouco tempo para ler. Trata-se do conto “O Adulto” da autora Gillian Flyn.

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“Uma jovem ganha a vida praticando pequenas fraudes. Seu principal talento é a capacidade de dizer às pessoas exatamente o que elas querem ouvir, e sua mais recente ocupação consiste em se passar por vidente, oferecendo o serviço de leitura de aura para donas de casa ricas e tristes. Certo dia, ela atende Susan Burke, que se mudou há pouco tempo para a cidade com o marido, o filho pequeno e o enteado adolescente.
Experiente observadora do comportamento humano, a falsa sensitiva logo enxerga em Susan uma mulher desesperada por injetar um pouco de emoção em sua vida monótona e planeja tirar vantagem da situação. No entanto, quando visita a impressionante mansão dos Burke, que Susan acredita ser a causa de seus problemas, e se depara com acontecimentos aterrorizantes, a jovem se convence de que há algo tenebroso à espreita. Agora, ela precisa descobrir onde o mal se esconde, e como escapar dele. Se é que há alguma chance.”

A jovem protagonista é uma mulher que foi criada com toda a malandragem das ruas. Começou pedindo esmolas e desde pequena aprendeu a observar as pessoas e utilizar a melhor tática para cada uma delas. Atualmente trabalhando no Mãos Espirituais, lugar onde ganhava a vida dando prazer aos homens através de suas mãos ( é isso mesmo que você está pensando!), teve que ser “transferida” de setor por ter desenvolvido a Síndrome do Túnel de Carpo (chega a ser engraçado). Então eis que agora ela ganha a vida fazendo o que sabe melhor: ler as expressões das pessoas e dizer o que querem ouvir. Ela agora é uma vidente charlatã.

Um belo dia, chega Susan Burke: uma mulher que parece ter dinheiro, mas se mostra totalmente deprimida. A “vidente” logo vê uma oportunidade de um bom negócio às custas do sofrimento de Susan, que acredita ter algo amaldiçoado em sua casa que está influenciando o comportamento de seu enteado de 15 anos, Miles.

Após uma visita para fazer uma “limpeza” na casa de Susan, a vidente descobre que tem algo realmente estranho na casa e mesmo assustada, resolve investigar o passado do local, ao mesmo tempo que coisas sinistras acontecem.

Com pouco mais de 50 páginas, o conto, que é narrado em primeira pessoa, mostra uma protagonista bem construída, onde Gillian teve a preocupação de mostrar o olhar de uma pessoa que viveu se aproveitando das pessoas com um conhecimento adquirido através da observação. Me pareceu que é exatamente como pessoas reais nesta situação pensam.

Com uma leitura que dura em média uma hora, o conto a príncipio me fez dar boas risadas, trouxe um suspense após a inserção da personagem Susan e uma grande surpresa no Grand Finale.

Tido como uma homenagem às clássicas histórias de terror, “O Adulto” nos traz um misto de sentimentos em poucos minutos.

Na minha opinião é uma história surpreendente e mesmo sem ter lido nada da autora, já comecei a leitura com grandes expectativas, pois ela escreveu o livro “Garota Exemplar” (que tenho e ainda não li), que deu origem a um dos meus filmes favoritos, que também surpreende bastante.

O conto foi eleito o melhor de 2015, ganhando o Edgar Award.

E vocês: têm sugestões de bons contos?

Até a próxima!

Caixa de Pássaros – Não Abra os Olhos

Olá!

O post de hoje é para os amantes de suspense!

“Caixa de Pássaros”´, escrito por Josh Malerman e publicado pela Editora Intrínseca, conta a história de um mistério que dizimou a vida no mundo.

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Há quatro anos, Malorie descobre que está grávida em consequência de um relacionamento passageiro. Ao mesmo tempo, algo estranho começa a acontecer pelo mundo: misteriosamente começam a ocorrer assassinatos e suicídios sem motivos. O boato é que as pessoas comecem a ter estas atitudes após ver algo. Os acontecimentos tornam-se cada vez mais comuns, até que o fenômeno chega à sua cidade. As pessoas então param de sair de casa, de trabalhar e se for necessário sair, passam a andar vendadas. Logo o local torna-se uma cidade fantasma e Malorie toma medidas desesperadas para proteger a si e à criança que gera. Reaprender a fazer as coisas sem utilizar a visão torna-se um desafio e deixa cada vez mais evidente o medo de como Malorie poderá dar à luz e criar alguém nessas condições.

Nos dias atuais, com as crianças com 4 anos, Malorie resolve finalmente sair de casa após muito tempo treinando a audição das crianças, em busca de um lugar seguro. E é assim que o livro se inicia. Porém não será uma jornada fácil: perigos, animais, seres desconhecidos os acompanham no trajeto. Será que Malorie vai conseguir chegar aonde quer?

Como já deu pra perceber, o livro intercala os capítulos que contam como tudo  começou e a aventura atual de Malorie. O livro é narrado em terceira pessoa, mas na visão da personagem principal.

Ao ler “Caixa de Pássaros”, um misto de emoções tomou conta de mim: a agonia de não saber o que fazia as pessoas se matarem, a pena pelas situações vividas por Malorie, a compaixão pelas crianças inocentes e a mesmo tempo tão maduras, a imaginação de passar por esta situação (Deus me livre!).

O livro chega a ter momentos de um terror leve e sem dúvida tem um enredo bem original que me prendeu do início ao fim. Também é um livro para usar a imaginação, pois ao longo da leitura muitas perguntas são feitas e algumas respostas ficam nas entrelinhas.

No geral, dou nota 9 ao livro, pois esperava mais do final, apesar de ter gostado.

E vocês, curtem suspense? Se sim, leiam “Caixa de Pássaros”!

Beijos e até a próxima!

 

 

 

 

Na Ilha

Oi, Pessoal!

Hoje o livro resenhado é uma publicação da editora Inrínseca: Na Ilha, escrito por Tracey Garvis Graves.

Já tinha ouvido falar desse livro num grupo de Facebook e fiquei interessada… Esqueci dele de novo e eis que um dia o encontro a R$ 9.90 na livraria Nobel. Vejam a sinopse:

“Uma ilha deserta e ensolarada, com vegetação luxuriante e banhada por um mar cristalino pode ser o cenário de um sonho. Ou de um pesadelo…
Anna Emerson é uma professora de inglês de 30 anos desesperada por aventura. Cansada do inverno rigoroso de Chicago e de seu relacionamento que não evolui, ela agarra a oportunidade de passar o verão em uma ilha tropical dando aulas particulares para um adolescente.
T.J. Callahan não quer ir a lugar algum. Aos 16 anos e com um câncer em remissão, tudo o que ele quer é uma vida normal de novo. Mas seus pais insistem em que ele passe o verão nas Maldivas colocando em dia as aulas que perdeu na escola.
Anna e T.J. embarcam rumo à casa de veraneio dos Callahan e, enquanto sobrevoam as 1.200 ilhas das Maldivas, o impensável acontece. O avião cai nas águas infestadas de tubarão do arquipélago. Eles conseguem chegar a uma praia, mas logo descobrem que estão presos a uma ilha desabitada.
De início, tudo o que importa é sobreviver. Mas, à medida que os dias se tornam semanas, e então meses, Anna começa a se perguntar se seu maior desafio não será ter de conviver com um garoto que aos poucos torna-se homem.”

Anna é a típica mulher na crise dos trinta. Com um relacionamento de oito anos, ela está cada vez mais infeliz com o relógio biológico seguindo a toda enquanto não vê esperanças de casar e ter filhos. Por isso vê na viagem, uma oportunidade de ficar um tempo distante de seu namorado e decidir se leva o relacionamento adiante. Mas ela não imaginava que esse tempo duraria tanto…

O acidente é bem no início do livro e os detalhes das vidas dos personagens vão sendo revelados durante o tempo que estão na praia.

Nos primeiros dias, ambos tentam descobrir como suprir as necessidades básicas longe da civilização. Aliás, apesar das dificuldades (pouca comida, animais perigosos, doenças etc) achei que algumas coisas foram solucionadas de maneira muito fácil (mágica até), porém acho que o foco do livro foi o relacionamento dos protagonistas. O que uma pessoa que era apenas um conhecido, pode passar a significar na sua vida, quando vocês só têm um ao outro? E é isso que vemos se desenvolver ao longo do livro. Os capítulos são narrados alternadamente com a visão de cada um e percebemos como essa ligação se forma ao longo do tempo. E a dúvida no coração de Anna continua: o que aconteceria se um relacionamento surgisse entre os dois? E se um dia conseguissem sair da ilha? Apesar do claro amadurecimento de T.J., ele conseguiria dar tudo que Anna deseja?

Sobre a leitura, me envolveu bastante.O livro não enrola muito e a autora usou a tática de sempre terminar um capítulo no meio de algo ou quando algo interessante acontece. Eu terminava um capítulo prometendo ser o último e então ia dar uma espiada e via que o próximo tinha três ou quatro páginas e resolvia ler só mais um (sqn!), rs. Outra tática da autora.

E  por falar na autora, ela escreveu Na Ilha em 18 meses e no início teve que optar pela autopublicação antes de ter seu livro distribuído pelo mundo. Uma inspiração pra quem tem o sonho de publicar um livro!

Indico a leitura de “Na Ilha”. Se eu pudesse descrever o livro fazendo comparações, diria que é uma mistura do filme “A Lagoa Azul” e o livro “A lista de Brett”.

Até mais!

Book Haul: Junho/2016 – Parte 1

Olá, Pessoal!

Post extra aqui no blog! Hoje vou mostrar pra vocês o Book Haul de junho, que por sinal está bem recheado!

Este mês aproveitei quatro promoções para diminuir minha Wish List: 1) Desconto progressivo de dia dos namorados Saraiva (quanto mais livros comprados, maior o percentual de desconto; 2) Meliuz – O site que retorna parte das suas compras para sua conta estava com uma promoção imperdível: reembolso de 35 reais na primeira compra na Saraiva após cadastro na Meliuz (fiz compras com cadastro de 2 pessoas, rs). A promoção ainda está valendo até dia 04/07. 3) Preços promocionais na livraria Nobel; 4) Preços promocionais nas lojas Americanas.

Já podem perceber que estou falida! Falida, mas feliz!

Pra não ficar tão extenso, dividi o post em duas partes: uma hoje e outra no domingo!

Gostaria de compartilhar com vocês os livros adquiridos esse mês para, quem sabe, vocês colocarem algum deles em suas listas de leitura.

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Então vamos ver quais foram os livros e suas sinopses. Ah, alguns já tem resenha, mas conforme for resenhando, vou atualizando este post com o link, ok?

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A HISTÓRIA DE NÓS DOIS (Dani Atkins, Editora Arqueiro) – “Emma tem 27 anos, é linda e inteligente e vive cercada de pessoas que ama. Prestes a se casar com Richard, seu namorado desde a época de escola, ela não poderia estar mais empolgada.
Mas o que deveria ser o momento mais feliz de sua vida de repente vira uma tragédia. Emma sofre um acidente e é salva por um estranho minutos antes que o carro em que ela viajava explodisse.
Abalada, ela decide adiar o casamento. E nesse meio-tempo descobre segredos que a fazem questionar as pessoas nas quais sempre confiara – a ponto de duvidar se deve se casar afinal.
Para complicar, ela se sente cada vez mais ligada a Jack, o homem que a salvou e que não sai da sua cabeça. Jack é lindo, gentil e divertido, de um jeito diferente de todos que ela já conheceu. Por outro lado, é Richard quem ela sempre amou…
Uma mulher, dois homens, tantos destinos possíveis. Como essa história vai terminar?” POR QUE COMPREI? O livro é da mesma autora de Uma Curva no Tempo (Que por sinal é minha leitura atual) e como havia ouvido ótimas críticas do livro, resolvi comprar este.

TUDO E TODAS AS COISAS (Nicola Yoon, Editora Novo Conceito) – “Minha doença é tão rara quanto famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Qualquer coisa pode desencadear uma série de alergias. Não saio de casa nunca sai em toda minha vida. As únicas pessoas com quem convivo são minha mãe e minha enfermeira, Carla.
Eu estava acostuma com minha vida até o dia que ele chegou. Pela janela olho para o caminhão de mudança, e então o vejo. Ele é alto, magro e está vestindo preto da cabeça aos pés. Seus olhos são de um azul como o oceano.
Ele me pega observando-o e me encara. Encaro-o também. Descubro depois que seu nome é Olly.
Talvez eu não possa prever o futuro, mas posso prever algumas coisas. Por exemplo, estou certa de que vou me apaixonar por Olly. E é quase certo que será um desastre.”  POR QUE COMPREI? Conheci e me apaixonei pelo livro só pelas resenhas que vi nos blogs. Leia a resenha aqui.

MENINA MÁ (William March, Darkside) – “Quando nasce a maldade? Nascemos todos inocentes e somos corrompidos pelo mundo à nossa volta? Ou será a maldade uma espécie de semente que carregamos dentro de nós, capaz de brotar mesmo na mais adorável das crianças? Há 62 anos, um livro de suspense psicológico faria com que milhões de leitoresdiscutissem apaixonadamente essa questão. Que livro era esse? Menina Má, mais um clássico que a DarkSide Books desenterra para os fãs do que há de melhor, e mais sombrio, na literatura mundial. Publicado originalmente em 1954, Menina Má se transformou quase imediatamente em um estrondoso sucesso. Polêmico, violento, assustador eram alguns adjetivoscomuns para descrever o último e mais conhecido romance de William March. Os críticos britânicos consideraram o livro “apavorantemente bom”. Ernest Hemingway se declarou um fã. Em menos de um ano, Menina Má ganharia uma montagem nos palcosda Broadway e, em 1956, uma adaptação ao cinema indicada a quatro prêmios Oscar, incluindo o de melhor atriz para a menina Patty McComarck, que interpretou Rhoda Penmark. Rhoda, a pequena malvada do título, é uma linda garotinha de 8 anos de idade. Mas quem vê a carinha de anjo, não suspeita do que ela é capaz. Seria ela a responsável pela morte de um coleguinha da escola? A indiferença da menina faz com que sua mãe, Christine, comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos, Christine consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também. Menina Má é um romance que influenciou não só a literatura como o cinema e a cultura pop. A crueldade escondida na inocência da pequena Rhoda Penmark serviria de inspiração para personagens clássicos do terror, como Damien, Chucky, Annabelle, Samara, de O Chamado, e o serial killer Dexter. O romance de William March, que chega as livrarias em 2016, é ainda uma excelente dica de leitura para os fãs da coleção Crime Scene, da DarkSide Books, que investiga casos reais de psicopatas. A ficção nunca antes foi tão assustadoramente real como em Menina Má.” POR QUE COMPREI? Depois de ler “As gêmeas do gelo”, to meio interessada em mistério com crianças. Leia a resenha aqui

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NA ILHA (Tracey Garvin Graves, Editora Intrínseca) – Uma ilha deserta e ensolarada, com vegetação luxuriante e banhada por um mar cristalino pode ser o cenário de um sonho. Ou de um pesadelo…
Anna Emerson é uma professora de inglês de 30 anos desesperada por aventura. Cansada do inverno rigoroso de Chicago e de seu relacionamento que não evolui, ela agarra a oportunidade de passar o verão em uma ilha tropical dando aulas particulares para um adolescente.
T.J. Callahan não quer ir a lugar algum. Aos 16 anos e com um câncer em remissão, tudo o que ele quer é uma vida normal de novo. Mas seus pais insistem em que ele passe o verão nas Maldivas colocando em dia as aulas que perdeu na escola.
Anna e T.J. embarcam rumo à casa de veraneio dos Callahan e, enquanto sobrevoam as 1.200 ilhas das Maldivas, o impensável acontece. O avião cai nas águas infestadas de tubarão do arquipélago. Eles conseguem chegar a uma praia, mas logo descobrem que estão presos a uma ilha desabitada.”
De início, tudo o que importa é sobreviver. Mas, à medida que os dias se tornam semanas, e então meses, Anna começa a se perguntar se seu maior desafio não será ter de conviver com um garoto que aos poucos torna-se homem. POR QUE COMPREI? Já estava na minha lista há um tempo e o encontrei na livraria Nobel por R$ 9.90 🙂 .

TÁ TODO MUNDO MAL (Jout Jout, Companhia das Letras) – “Do alto de seus 25 anos, Julia Tolezano, mais conhecida como Jout Jout, já passou por todo tipo de crise. De achar que seus peitos eram pequenos demais a não saber que carreira seguir. Em Tá todo mundo mal, ela reuniu as suas “melhores” angústias em textos tão divertidos e inspirados quanto os vídeos de seu canal no YouTube, “Jout Jout, Prazer”.
Família, aparência, inseguranças, relacionamentos amorosos, trabalho, onde morar e o que fazer com os sushis que sobraram no prato são algumas das questões que ela levanta. Além de nos identificarmos, Jout Jout sabe como nos fazer sentir melhor, pois nada como ouvir sobre crises alheias para aliviar as nossas próprias!” POR QUE COMPREI? Tenho um certo preconceito com livro de Youtubers, mas a Jout Jout é superengraçada e imagino que seus textos sobre crises devem ser do mesmo nível de seus videos. Leia a resenha aqui.

TRÊS COISAS SOBRE VOCÊ (Julie Buxbaun, Editora Arqueiro) – Setecentos e trinta e três dias depois da morte da minha mãe, 45 dias após o meu pai fugir para se encontrar com uma estranha que ele conheceu pela internet, 30 dias depois de a gente se mudar para a Califórnia e apenas sete dias após começar o primeiro ano do ensino médio numa escola nova onde conheço aproximadamente ninguém, chega um e-mail. Deveria ser no mínimo esquisito, uma mensagem anônima aparecer do nada na minha caixa de entrada, assinada com o bizarro nome Alguém Ninguém. Só que nos últimos tempos a minha vida tem estado tão irreconhecível que nada mais parece chocante… POR QUE COMPREI? Foi amor à primeira vista. Nunca tinha ouvido falar no livro e então dou de cara com essa capa maravilhosa e logo em seguida leio a Sinopse. Não saiu dos meus pensamentos até eu voltar para buscá-lo. Leia a Resenha aqui.

Espero que tenham gostado e acompanhem a parte 2. Beijos!

Como Eu Era Antes de você – Filme

Olá, Pessoal!

Como vocês já sabem, o tão aguardado filme “Como eu era antes de você”, adaptação do livro de Jojo Moyes, estreou em todo o Brasil no dia 16/06. Eu faço parte do imenso grupo que amou o livro e não via a hora de ver o filme, então, para atender a estes fãs, teve pré-estreia especial em comemoração ao Dia dos Namorados e eu fui conferir o filme nesse período.

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Se você não leu o livro ou não quer detalhes sobre o filme, pare por aqui, pois este post é apenas minha impressão sobre o filme e comparação com o livro. CONTÉM SPOILERS!!! Se você já viu, gostaria que dividisse comigo sua opinião!

O filme da Warner tentou traduzir o livro em 109 minutos. Emilia Clarke e Sam Claflin são os nomes que dão vida à Louisa e Will. A autora fez questão de acompanhar as filmagens e aprovar cada cena.

Os banners de divulgação dos cinemas ficaram lindos 🙂 Olha só:

Estava com bastante expectativa para ver o filme e confesso que achei que seria um filme dramático, porém o drama ficou apenas para o final. Na verdade, o filme foi bem engraçado. A atriz Emilia Clarke foi a maior responsável pela comédia, atuando de forma singular e dando a Louisa toda excentricidade que Jojo demonstrou no livro. Destaque para as roupas de Louisa, exatamente como imaginamos.

Já Sam no papel de Will representou muito bem um tetraplégico, principalmente nos olhares de soslaio para Lou (parte fofa!). Amo o Sam e sou suspeita pra falar. Quanto ao personagem, achei que o filme não mostrou todo o drama que Will vive, suavizando mais as cenas, como é o caso de quando ele está na corrida de cavalos, que pra mim foi uma cena angustiante e Will estava nitidamente aborrecido no livro.

 

PARTES QUE FORAM CORTADAS:

  • O labirinto;
  • A mudança da Lou para a casa do Patrick;
  • O pedido de demissão de Louisa após a descoberta da intenção de Will;
  • O caso extraconjugal do pai de Will;
  • Louisa confessando à irmã que se apaixonou por Will;
  • A cena do hotel, após o casamento;
  • Tatuagem;
  • O vazamento da notícia da decisão de Will para os jornais.

Algumas partes do filme foram alteradas em comparação com o livro, mas nenhuma com grande importância. Achei também que em algumas partes o filme corre muito para se encaixar no tempo e para quem não leu o livro pode ter ficado meio confuso.

 

PONTOS ALTOS DO FILME:

  • Aniversário da Lou (ela ganhando a meia de abelhinha S2);
  • Concerto (desde o convite até a volta);
  • Casamento da ex-namorada de Will;
  • Primeiro beijo (parte que não estava no livro, mas que achei que deu super certo!)
  • Último dia da viagem

Apesar de eu ter achado vários pontos diferentes, omitidos (todo leitor percebe, rs, somos quase críticos profissionais de cinema nessas horas), amei o filme, pois achei que o que tinha que ter, teve e as partes que não foram cortadas foram 85% fiéis ao livro. Já quero ver o filme de novo, rs.

E pra finalizar, deixo essas duas fotos que fizemos inspiradas no livro:

Beijos!