A História de Nós Dois

E aí, pessoal? Curtindo muito as Olimpíadas? Nós também, mas não deixamos os livros de lado e hoje temos mais uma resenha pra vocês!

O livro de hoje é “A História de Nós Dois” publicado pela Editora Arqueiro e escrito por Dani Atkins. Sim, nós já fizemos resenha de outro livro da Dani: Uma Curva no tempo. Se você não leu, clique aqui. Achei o livro ótimo, um dos melhores que li esse ano e quando vi que a autora tinha outro livro, não perdi tempo ( mas perdi dinheiro, rs, bem gasto por sinal!) e comprei! Vejam a sinopse:

“Emma tem 27 anos, é linda e inteligente e vive cercada de pessoas que ama. Prestes a se casar com Richard, seu namorado desde a época de escola, ela não poderia estar mais empolgada.
Mas o que deveria ser o momento mais feliz de sua vida de repente vira uma tragédia. Emma sofre um acidente e é salva por um estranho minutos antes que o carro em que ela viajava explodisse.
Abalada, ela decide adiar o casamento. E nesse meio-tempo descobre segredos que a fazem questionar as pessoas nas quais sempre confiara – a ponto de duvidar se deve se casar afinal.
Para complicar, ela se sente cada vez mais ligada a Jack, o homem que a salvou e que não sai da sua cabeça. Jack é lindo, gentil e divertido, de um jeito diferente de todos que ela já conheceu. Por outro lado, é Richard quem ela sempre amou… !
Uma mulher, dois homens, tantos destinos possíveis. Como essa história vai terminar?”
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O livro começa com um capítulo que se chama “O fim – parte um”. Nele Emma está narrando o momento atual, em que está se arrumando para ir para a igreja. Veja um trecho:

“Enquanto me maquiava com todo cuidado, meus olhos foram atraídos para o vestido elegante e sofisticado que pendia na porta do guarda-roupa ainda protegido pela capa de plástico. Assim que o vira, tivera certeza de que aquele vestido era a escolha perfeita, e eu queria estar linda para ele no grande dia. Não que ele se importasse com a minha aparência…bem, ao menos não vestida.”

Logo neste primeiro capítulo, Emma fala de alguém especial e vemos que o ela tem seu escolhido diante do triângulo amoroso que a sinopse menciona. O livro é narrado assim, com capítulos alternados do presente e do passado (que começa por “O começo – capítulo 1), este último contando começando pela despedida de solteira de Emma, a quinze dias de se casar com Richard.

Na volta da despedida com suas duas amigas Amy e Caroline, as três sofrem um acidente de carro, que é onde Jack aparece e salva Emma. Diante das consequências deste acidente, Emma adia o casamento, enquanto que fica muito próxima de Jack e o que a princípio era uma ligação pelo episódio em que o rapaz a salvou, logo se torna algo mais forte. Ao mesmo tempo, Emma descobre segredos que mudam sua vida completamente, que ela nunca saberia se o acidente não tivesse acontecido.

O  que me fez ler ininterruptamente foi o fato de ficar ansiosa para saber a quem Emma se refere no presente: Richard ou Jack. Esse vai e vem no tempo mais uma vez foi uma grande sacada da autora.

O livro nos traz como personagem de destaque, além da Emma, óbvio, Richard, o noivo que a conhece desde a infância e tem um forte vínculo com a sua família; Jack que é um escritor americano que está de passagem pela Inglaterra para fazer pesquisas para seu novo livro e que fisicamente é a perfeição em pessoa (!!!); Caroline a Amy, melhores amigas de Emma, que cresceram juntas.

O livro não é só romance, também trata do Alzheimer, que é a doença da mãe de Emma, que se torna mais um preocupação na vida da personagem principal. Esse tema têm sido muito trabalhado ultimamente e fez com que o livro não se torne apenas um romance trivial.

Quanto aos elementos da história, é impossível não fazer ligações com “A Curva no tempo”. Detalhes como a cicatriz que Emma traz no rosto, a menção do cheiro da loção de barbear entre outras coisas que não posso contar por serem spoilers. Entretanto gostei bastante do livro, tanto que não conseguia parar de ler. Dani Atkins me pegou e com certeza leria mais livros dela. Suas histórias trazem desfechos que fogem um pouco do óbvio. E por falar em desfecho, gostei da escolha da personagem, porém o livro poderia dar mais destaque ao final, que achei um pouco sintético demais.

Vou ficando por aqui, com esta indicação de romance que eu adorei e espero que gostem também!

Senhora – José de Alencar

Olá, Pessoal!

Já deu pra notar que nosso blog é bem eclético, não é mesmo? Falamos de suspense, young adult, romance, fantasia…  E o assunto de hoje é literatura nacional!

Uma das categorias da #mldeférias era “Um livro que você deveria ter lido na escola, mas não leu” e logo vi a oportunidade de encaixar esse clássico da nossa literatura, o qual já tinha ouvido muito falar. Minha irmã gostou tanto que o leu duas vezes! Então, movida pela curiosidade resolvi quebrar mais uma barreira (ou um preconceito, whatever!) e li meu primeiro livro deste gênero.

Antes, é interessante saber que o José de Alencar foi um escritor cearense do século XIX, também autor de outros romances como Iracema, Diva, Lucíola e O Guarani. Hoje, falaremos de Senhora.

Sinopse:

“Senhora” é uma obra diferente de seu tempo, já que não é conduzido de um ponto de vista masculino, mas sim por uma mulher que traz para si a qualidade de sujeito da história. O tema central desse romance é o casamento por interesse, que José de Alencar transforma em uma espécie de transação comercial ao dividir a obra em quatro partes com nomes bem sugestivos: O Preço, Quitação, Posse e Resgate. Romance romântico com toques de realismo há em “Senhora”, por meio de sua personagem principal, uma critica sobre o modo como o dinheiro importava na sociedade da época. Seu autor procurou mostrar como a riqueza içava as pessoas por entre a alta sociedade, e como a falta de dinheiro as depreciava, como mostra ao relatar a vida de Aurélia, que vai do começo pobre à ascendência após receber a herança de seu avô.”

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A história, narrada em terceira pessoa, onde o narrador acompanha diferentes cenários, é sobre Aurélia, moça do Rio de Janeiro, cuja única riqueza que tinha era sua beleza, mas que de repente se vê só e única herdeira de seu avô, fazendeiro rico, que até a pouco tempo não a reconhecia como neta legítima, por ser fruto de um casamento em segredo de seu filho.

Aos 19 anos, Aurélia é alvo de cobiça dos homens por ser linda, inteligente, educada e agora rica, que se torna cada vez mais conhecida na alta sociedade. Porém está na idade de casar e então escolhe uma pessoa em especial: Fernando Seixas, moço pobre, porém elegante e trabalhador. Com o objetivo em mente, a menina pede ao seu tutor que seja oferecido a Seixas cem contos de réis para casar-se com ela, sem que ele saiba, antes de aceitar, quem é a noiva. Após o sim do rapaz, chega o dia de conhecê-la e uma surpresa é revelada: Aurélia é uma velha conhecida, com quem ele divide uma história em comum.

O que acontece depois, qual o objetivo deste casamento, o que Aurélia sente por Seixas, isso não vou revelar, pois não quero dar spoilers. Mas o que devem saber é que esta é uma história sobre as várias faces do amor e o que ele pode provocar.

O romance foi publicado em 1874 e como é de se esperar, a linguagem é extremamente formal e muitas das palavras não são utilizadas atualmente, o que dificulta muito a leitura. Havia adquirido um exemplar econômico dele (da editora Ciranda Cultural), mas também tinha um e-book. Apelei para este segundo, já que leio no LEV que tem a vantagem de clicar numa palavra para acessar seu significado no dicionário (nunca usei tanto esta ferramenta!). Aconselho a quem queira ler o livro físico, que deixe um dicionário do lado.

Apesar das dificuldades desta pessoa que vive na era de linguagem de MSN, adorei o livro, que é bastante rico em detalhes que nos faz compor cada cena em nossa imaginação. Sem contar que é uma história bem diferente das que tenho lido. Fiquei feliz pela iniciação à literatura nacional e já quero ler mais livros de José de Alencar.

“Senhora” já foi novela em 1975 na Globo e a história de Aurélia também foi contada pela Record na minissérie “Essas Mulheres” em 2005.

Alguém mais lê livros do gênero? Têm algum para indicar?

Até a proxima!

 

Perdida – Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo

E aí, pessoal!

Estamos em clima de Olimpíadas no Brasil e para continuar nessa vibe verde e amarela, a resenha de hoje é de uma autora nacional: Carina Rissi. Ela é uma das autoras mais populares e mais lidas no país atualmente. Nunca tinha lido nenhum livro dela. Estava (e ainda estou) bem interessada em ler “Mentira Perfeita”, que foi muito falado no Mochilão Record, mas como sempre, minha wish list e TBR vivem lotadas e então eis que surgiu a oportunidade de encaixar “Perdida” na maratona de férias na categoria “Um livro sobre viagem no tempo”. Então, depois de algumas pesquisas, dou de cara com esta sinopse, que me ajudou a escolher essa leitura, de publicação da Verus:

“Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos… “Perdida” é uma história apaixonante com um ritmo intenso, que vai fazer você devorar até a última página.”

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Sofia é uma personagem que retrata bem a mulher contemporânea: tem relacionamentos sem compromisso e não vive sem seu celular. Até que um dia, quando seu aparelho deixa de funcionar, corre para comprar outro e uma senhora na loja de aparelhos telefônicos vende um aparelho único, de edição limitada. Ao sair, logo descobre um problema no aparelho e algo acontece e de repente nada é como era antes. O lugar que estava torna-se mais simples e mais rural e Ian Clarke, passando em sua carruagem, a resgata, imaginando que a jovem, com roupas “minúsculas” esteve em apuros. Logo Sofia se dá conta, após ver como as pessoas se portam e se vestem, que ela não está em seu tempo e sim no século XIX.

O jeito cavalheiro de Ian e o comportamento peculiar de Sofia, logo provoca uma atração entre eles, porém Sofia precisa descobrir o que a levou para o passado e como voltar pro futuro, ao mesmo tempo que se torna cada vez mais próxima de Ian.

No primeiro terço do livro, achei bem parado e estava travando para prosseguir a leitura, porém depois disso não consegui mais parar. Carina soube fazer um romance de época interessantíssimo, com muitas pitadas de humor, como, por exemplo, a descoberta de Sofia de como era o banheiro e o papel higiênico daquele tempo, além de também ter um romance digno de um conto de fadas com o Ian, personagem que faz qualquer uma suspirar, é lindo e educado, com certeza um príncipe.

A capa da menina com vestido de baile e All Star faz tanto sucesso, que já está virando moda entre as debutantes ensaios com esse traje. É ou não é uma graça?

Amei a escrita de Carina e com certeza lerei todos os livros dela. É bom saber que temos autores nacionais que valham nossa atenção!  Ah, e Perdida tem continuação com mais dois livros: “Encontrada” e  “Destinado”. Assim que eu ler cada um, compartilho com vocês. Beijos!

 

Tudo e Todas as Coisas

Olá!

Hoje vou falar de um livro que há muito tempo estava ansiosa para ler: “Tudo e Todas as Coisas”, de Nicola Yoon, lançado pela Editora Novo Conceito.

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O livro é narrado por Madeline, uma menina de 18 anos que tem IDCG, uma doença em que qualquer contato pode causar infecções graves, podendo causar a morte. Por isso Madeline viveu sua vida inteira isolada numa casa extremamente limpa em que o ar é filtrado.

“Minha doença é tão rara quanto famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Qualquer coisa pode desencadear uma série de alergias. Não saio de casa nunca sai em toda minha vida. As únicas pessoas com quem convivo são minha mãe e minha enfermeira, Carla.
Eu estava acostuma com minha vida até o dia que ele chegou. Pela janela olho para o caminhão de mudança, e então o vejo. Ele é alto, magro e está vestindo preto da cabeça aos pés. Seus olhos são de um azul como o oceano.
Ele me pega observando-o e me encara. Encaro-o também. Descubro depois que seu nome é Olly.
Talvez eu não possa prever o futuro, mas posso prever algumas coisas. Por exemplo, estou certa de que vou me apaixonar por Olly. E é quase certo que será um desastre. “

“Pela primeira vez em muito tempo, desejo mais do que aquilo que tenho”

Com a chegada de Olly, Madeline passa a ter ainda mais curiosidade pelas coisas do mundo e o relacionamento que deveria ser apenas pela internet começa a se tornar algo a mais e Maddy sente cada vez mais vontade de ter uma vida normal. Então novos questionamentos começam a surgir na cabeça de Maddy: Viver significa apenas ter uma vida ou significa aproveitá-la ao máximo, sem pensar nas consequencias? A partir daí Maddy começa a fazer coisas que podem trazer sérios riscos à sua saúde.

“Eu era feliz antes de conhecê-lo. Mas agora estou viva e isso não é a mesma coisa”

A personagem Maddy é muito bem construída, podemos notar uma menina ingênua, porém inteligente, exatamente como seria alguém sem contato com as pessoas e com muito tempo para estudar e ler. Sua solidão pode ser vista ao longo do livro, que apesar de ter 300 páginas é bem rápido de ler, pois muitas páginas são como anotações de Maddy, com notas ou desenhos:

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Além da estrutura do conteúdo, a capa é linda, bem colorida e o livro vem com um lindo marcador de plástico transparente:

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Gostei do livro. Quando li a sinopse, já imaginei como seria o meio e o fim do livro, mas a autora saiu do óbvio, o que é muito bom.

Espero que a resenha tenha os incentivado a ler este livro, que é bem diferente. Se você já leu, compartilhe sua opinião.

Beijos!

 

A Garota do Calendário – Fevereiro

Quem leu a primeira resenha de “A Garota do Calendário-  Janeiro” ficou curioso para ler o livro e aqueles que já leram, ficaram ansiosos pelo segundo volume “A Garota do Calendário – Fevereiro”. Então hoje você vai saber um pouco mais deste volume que está cativando fãs em todo o Brasil.

Como já disse, a série de 12 livros que serão lançados até o final de 2016 pela Verus Editora, foi escrita por Audrey Carlan e promete ser a nova febre de romance adulto no nosso país.

Depois de Mia Saunders ter passado todo o mês de janeiro ao lado de Wes, em que conheceu um pouco da indústria de Hollywood que faz parte da vida do roteirista, apimentou sua estadia com muito sexo, a garota estava ansiosa pelo seu novo cliente.

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Agora em fevereiro, Mia foi mandada a Seattle para ser a musa do artista plástico francês Alec Dubois na sua nova exposição “Amor à Óleo”.

Logo ao chegar ao prédio que Alec vive e trabalha, já se fascina com a sua beleza: “Lembrava o Ben Affleck, só que mais gostoso.” (Imagina esse homem!). Mas também, logo na sua chegada, Mia acaba sofrendo um pequeno acidente, que poderia arruinar seu trabalho deste mês e no entanto faz com que Alec tenha mais atenção e cuidado com a moça.

Na casa de Alec, Mia descobre que o artista não comprou as roupas para seu uso, previstas no contrato e logo começa a conhecer a excentricidade do francês, que a quer nua não só para posar para seus quadros, mas o tempo todo!

Não é porque Mia sentia algo por Wes que ela se fechará para os próximos clientes, pelo contrário: Mia é quem dará o primeiro passo para um algo a mais entre ela e Alec na cama.

A partir daí começam uma relação de sexo ainda mais intensa do que com Wes. Garanto a vocês que este livro é muito mais picante. Cerca de 80% do livro é sobre sexo. Mas além de ser um bom amante, Alec tem muitas lições a ensinar a Mia, já que sua coleção de telas reflete vários estágios do amor e ele quer que a garota esteja sentindo cada um deles ao posar para os quadros. Assim, o mês de fevereiro será também um mês de autoconhecimento em que Mia procurará seu amor próprio e ao mesmo tempo refletirá sobre o que realmente sente por Wes.

“Naquele momento, jurei a mim mesma que não tentaria me impedir de me importar com cada cliente. Eu me permitiria gostar de cada um do meu jeito. Só não seria o “eu te amo para sempre”. “Para Sempre” era algo sagrado, que aconteceria no momento certo com a pessoa certa.”

De verdade, eu devorei este livro! Já garanti meus próximos exemplares de “Março” e “Abril”, que serão lançados dia 18/07.

O tamanho dos livros (130 páginas em média) nos faz ler como se fossem contos, porém a diferença é que é uma única história dividida em 12 partes.

Estou amando e super ansiosa pelos próximos. E vocês, o que estão achando?

A Garota do Calendário – Janeiro

E aí, pessoal? Tem alguém aí buscando uma nova série de livros para se viciar? Pois a resenha de hoje vai deixar vocês com um gostinho de quero mais.

“A Garota do Calendário” é a nova aposta da Verus Editora, que já é sucesso absoluto nos Estados Unidos e promete o mesmo aqui no Brasil.

De autoria de Audrey Carlan, “A Garota do Calendário” é Mia Saunders, jovem de 24 anos que se vê desesperada para conseguir 1 milhão de dólares depois que seu pai fica em coma após ser espancado por conta da dívida que tem com um agiota com quem a garota já teve um envolvimento amoroso. Então sua tia, que trabalha com agenciamento de acompanhantes, lhe faz a proposta que pode salvar a vida do seu pai: que Mia trabalhe como acompanhante e seja contratada por mês, ou seja, cada mês estará à disposição de um homem diferente. O valor estimado é de U$ 100.000,00 mensal e caso Mia aceite se relacionar sexualmente com o cliente, recebe mais 20%. Sem ver outra saída, Mia aceita trabalhar como acompanhante e começa logo em janeiro.

A série de livros vai mostrar a história de cada mês, com cada cliente. Logo, serão lançados 12 livros, cada um mostrando o que aconteceu em cada mês. Não se assustem com a quantidade de páginas nem se preocupem com seus bolsos: os livros têm em média 130 páginas e custam R$ 19,90. A Verus começou a lançar agora em junho e serão lançados dois livros por mês até o fim do ano. Janeiro e Fevereiro já foi lançado e já vou reservar meus exemplares de março e abril, que já estão na venda da pré-estreia e serão lançados dia 18/07. As capas também estão fantásticas: bem parecidas, com uma mulher e um homem abraçados, porém cada uma com um vestido de estilo e cor diferentes, como vocês podem observar.

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No livro de Janeiro, Mia é contratado por Weston Charles Channig III, o Wes, um roteirista de Malibu. Quando vai conhecê-lo, Mia ainda tem muitas expectativas de como será seu trabalho, mas assim que coloca os olhos em Wes, descobre que pode ser mais fácil do que imagina: Wes é um lindo homem de olhos verdes, sarado e gentil. Por que um homem desses contrataria um acompanhante? Ela descobre que na verdade, a mãe dele a contratou para que Wes não fosse incomodado por mulheres interesseiras nos eventos socias que ele poderia gastar seu tempo para fazer contatos para seus filmes.

“…era uma delícia. Dava um novo significado à expressão “colírio para os olhos”. Ele continuou a se aproximar, o peitoral quadrado e o abdome definido cada vez mais visíveis com a proximidade. O pedaço sexy de pele que mergulhava fazendo um V delicioso tinha pontos de areia e água do mar misturados. Aquilo me fez perguntar qual seria seu sabor”

Logo de início, ambos sentem uma atração incontrolável um pelo outro, mas Wes deixa claro: deseja Mia, mas não quer fazer sexo pagando. Óbvio que o livro tem muitas cenas picantes, mas se Wes vai pagar por noites de prazer com Mia, aí vocês terão que ler para descobrir!

Como janeiro é o começo dessa experiência, Mia também se vê num desafio: não se apaixonar por seus clientes, começando por Wes, já que todos os homens com quem ela já se envolveu a deixaram apaixonada e a magoaram. Agora ela tem que separar o profissional do pessoal. Mas será que ela vai conseguir?

Quanto às características da personagem, gostei bastante, pois é decidida desde o começo, não ficou fazendo doce para aceitar o trabalho para conseguir o que precisava. Já pega a manha de como deve se portar. Suas características físicas são bem diferentes da maioria das personagens desse tipo de livro: ela tem um corpo lindo e diz que veste 42, às vezes 44. Não é o biotipo modelo sem curvas e sem defeitos, tá mais pra um corpo violão.

A relação de Wes e Mia, além do algo a mais, se torna uma bela amizade e desconfio que teremos mais de Wes nos próximos livros.Ele um fofo, virou mais um crush pra minha coleção (rs!) e desconfio que cada livro terá um crush diferente para fazer a mulherada suspirar!

A leitura é fácil, rápida e deixa o leitor pedindo por mais.  Ainda mais pela prévia que deixa no final sobre o próximo livro.

Próxima resenha será sobre fevereiro, então leiam janeiro e nos falamos em breve!

Beijos!

Como Eu Era Antes de você – Filme

Olá, Pessoal!

Como vocês já sabem, o tão aguardado filme “Como eu era antes de você”, adaptação do livro de Jojo Moyes, estreou em todo o Brasil no dia 16/06. Eu faço parte do imenso grupo que amou o livro e não via a hora de ver o filme, então, para atender a estes fãs, teve pré-estreia especial em comemoração ao Dia dos Namorados e eu fui conferir o filme nesse período.

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Se você não leu o livro ou não quer detalhes sobre o filme, pare por aqui, pois este post é apenas minha impressão sobre o filme e comparação com o livro. CONTÉM SPOILERS!!! Se você já viu, gostaria que dividisse comigo sua opinião!

O filme da Warner tentou traduzir o livro em 109 minutos. Emilia Clarke e Sam Claflin são os nomes que dão vida à Louisa e Will. A autora fez questão de acompanhar as filmagens e aprovar cada cena.

Os banners de divulgação dos cinemas ficaram lindos 🙂 Olha só:

Estava com bastante expectativa para ver o filme e confesso que achei que seria um filme dramático, porém o drama ficou apenas para o final. Na verdade, o filme foi bem engraçado. A atriz Emilia Clarke foi a maior responsável pela comédia, atuando de forma singular e dando a Louisa toda excentricidade que Jojo demonstrou no livro. Destaque para as roupas de Louisa, exatamente como imaginamos.

Já Sam no papel de Will representou muito bem um tetraplégico, principalmente nos olhares de soslaio para Lou (parte fofa!). Amo o Sam e sou suspeita pra falar. Quanto ao personagem, achei que o filme não mostrou todo o drama que Will vive, suavizando mais as cenas, como é o caso de quando ele está na corrida de cavalos, que pra mim foi uma cena angustiante e Will estava nitidamente aborrecido no livro.

 

PARTES QUE FORAM CORTADAS:

  • O labirinto;
  • A mudança da Lou para a casa do Patrick;
  • O pedido de demissão de Louisa após a descoberta da intenção de Will;
  • O caso extraconjugal do pai de Will;
  • Louisa confessando à irmã que se apaixonou por Will;
  • A cena do hotel, após o casamento;
  • Tatuagem;
  • O vazamento da notícia da decisão de Will para os jornais.

Algumas partes do filme foram alteradas em comparação com o livro, mas nenhuma com grande importância. Achei também que em algumas partes o filme corre muito para se encaixar no tempo e para quem não leu o livro pode ter ficado meio confuso.

 

PONTOS ALTOS DO FILME:

  • Aniversário da Lou (ela ganhando a meia de abelhinha S2);
  • Concerto (desde o convite até a volta);
  • Casamento da ex-namorada de Will;
  • Primeiro beijo (parte que não estava no livro, mas que achei que deu super certo!)
  • Último dia da viagem

Apesar de eu ter achado vários pontos diferentes, omitidos (todo leitor percebe, rs, somos quase críticos profissionais de cinema nessas horas), amei o filme, pois achei que o que tinha que ter, teve e as partes que não foram cortadas foram 85% fiéis ao livro. Já quero ver o filme de novo, rs.

E pra finalizar, deixo essas duas fotos que fizemos inspiradas no livro:

Beijos!